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terça-feira, 12 de julho de 2005

EFEITOS DA NICOTINA...


Fonte: O Globo
06/07/2005

Cientistas franceses disseram nesta quarta-feira que a sensação mental causada pela nicotina está ligada à mesma área do cérebro que o vício, e que os dois são provavelmente inseparáveis. Em um estudo que pode dar pistas sobre como ajudar os fumantes a largar o vício, pesquisadores do Instituto Pasteur-CNRS, em Paris, mostraram que receptores em células de uma região do cérebro chamada área tegmental ventral (ATV) estão envolvidas nas propriedades da nicotina relacionadas ao vício e à alteração cognitiva, em camundongos. Essa é uma área bastante crítica para a administração da nicotina no cérebro - disse Jean-Pierre Changeux, líder do grupo de pesquisadores. A ATV é responsável por respostas a estímulos naturais como comida, sexo e efeito de drogas. As substâncias que causam dependência ativam a liberação da dopamina, responsável por sensações de prazer, que é produzida nas células da ATV. Os cientistas descobriram que uma família de receptores, ou "portas" para as células, chamadas receptores nicotínicos de acetilcolina são relacionadas ao vício do fumo. Changeux e sua equipe modificaram geneticamente alguns camundongos e retiraram o gene que continha o receptor de nicotina, para descobrir o impacto que isso teria no desenvolvimento dos animais. Os camundongos modificados geneticamente demonstraram uma pequena debilidade de aprendizado e, diferentemente dos que não sofreram qualquer mutação, não demonstraram qualquer interesse em consumir nicotina. Por sua parte, os ratos normais aprenderam a pressionar um botão para conseguir nicotina. Quando há perda do receptor de nicotina, há também perda de algumas funções cognitivas do animal - disse Changeux, que publicou a descoberta no jornal científico Nature. Mas quando os cientistas reinjetaram o gene nos camundongos, suas funções cognitivas foram restauradas. Os animais também desenvolveram a tendência de buscar nicotina. Devido à complexidade do funcionamento do cérebro, é impressionante que a reintrodução de uma única molécula em uma pequena área do cérebro afete de forma tão dramática o comportamento - disse Julie Kauer da Universidade Brown, em Providence, ao jornal Nature. Os cientistas não sabem se seres humanos reagiriam da mesma forma, mas acreditam que o estudo pode contribuir para a pesquisa de remédios para curar o vício. Se os pesquisadores conseguiram encontrar uma maneira de frear a nicotina nas células cerebrais, pode ser possível prevenir a dependência. Empresas farmacêuticas estão tentando utilizar os efeitos positivos da nicotina para tratar doenças cerebrais como perda de memória e mal de Alzheimer.

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