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quarta-feira, 31 de outubro de 2007

Desvalorização docente!

OEI: 80% dos docentes do País se sentem desvalorizados:
Quase 80% dos professores brasileiros não se sentem valorizados pela sociedade. É o que mostra o estudo "As emoções e os valores dos professores brasileiros", coordenado pela educadora Maria Tereza Perez Soares e encomendado pela Organização dos Estados Ibero-americanos (OEI) e pela Fundação SM. A pesquisa, que ouviu 3.584 docentes do País, evidencia o que muitos professores sentem nas redes pública e particular.
Segundo Yves de La Taille, professor do Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo (USP), nos últimos anos houve uma redução do grau de valorização do professor. "Mas a redução não aconteceu apenas em relação ao professor, mas a valorização da sociedade em relação à política e até religião."
O que ajudaria a reverter esse quadro, segundo La Taille, é a mudança de atitude do professor em relação à docência. "As condições de trabalho não são as melhores, mas o professor, em vez de priorizar o relacionamento, deveria ter uma relação mais privada com a docência. Em vez de valorizar o afetivo, deveria dar ênfase à transmissão do conhecimento, ao seu desempenho."
A citação de La Taille explica outro dado: 31,6% dos professores consideram o ensino como "atividade ligada aos valores e à moral" e apenas 8,6% o consideram como "trabalho". Já o secretário-geral da OEI, Álvaro Marchesi, ressalta que, mesmo assim, os professores brasileiros são mais otimistas em relação ao futuro. "O estudo mostra que cerca de 80% deles vêem o futuro de forma positiva. Na Espanha, são 60% que enxergam dessa maneira." As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Nota do Editor:
O discurso de uma educação pública de qualidasde para todos precisa passar necessariamente pela valorização do magistério e docência. Enquanto os professores precisarem pagar para trabalhar não haverá o tão esperado salto qualitativo na educação pública do Brasil. (Jorge Schemes)

segunda-feira, 29 de outubro de 2007

Genética e homossexualidade


Homossexualidade pode ser genética, diz estudo:

(Os nematóides medem cerca de um milímetro)

Biólogos da Universidade de Utah, nos Estados Unidos, conseguiram manipular geneticamente um grupo de nematóides (espécie de parasitas) para que eles fossem atraídos por animais do mesmo sexo.
A experiência traz novas evidências de que a orientação sexual de um indivíduo pode ser profundamente influenciada por fatores genéticos.
Apesar de os nematóides serem organismos simples, e de ser difícil aplicar em humanos os mesmos parâmetros, os cientistas acreditam que a descoberta da existência de um "caminho" biológico para as preferências sexuais oferece pistas sobre a sexualidade humana.
"Nossa conclusão é que a atração sexual está instalada em circuitos cerebrais comuns a ambos os sexos de nematóides", disse Erki Jorgensen, chefe da equipe que organizou o estudo.

Olfato
Os nematóides são organismos de até um milímetro de comprimento, que vivem na terra e se alimentam de bactérias.
Eles não têm olhos, então a atração sexual é determinada pelo olfato.
Cerca de 99,9% deles são hermafroditas e o resto é de machos. Para se reproduzir, os hermafroditas não precisam se acasalar, mas preferem fazê-lo se encontram um macho. Já os machos sempre precisam dos hermafroditas para a reprodução.
No estudo, publicado na revista científica Current Biology, os pesquisadores ativaram um gene chamado fem-3 em espécies hermafroditas.
Esse gene faz o organismo do nematóide se desenvolver como macho, com neurônios e estruturas de cópula específicas.
Na experiência, o fem-3 foi ativado apenas no cérebro. Portanto, os animais desenvolveram neurônios masculinos, enquanto mantiveram características hermafroditas no resto do corpo.
Apesar disso, eles se comportaram como machos, tentando se acasalar e fertilizar outros hermafroditas.
"Existe um debate sobre se o cérebro é influenciado por hormônios sexuais produzidos nas glândulas sexuais ou se um comportamento é derivado apenas da função cerebral", disse Jorgensen. "Neste caso, está claro que o cérebro é sexualizado." (Fonte: BBC Brasil)

sexta-feira, 19 de outubro de 2007

Racismo em pleno século XXI???!!!

'Não há base' para crer na inferioridade da África, diz Watson
Em declarações durante lançamento de livro e em artigo na imprensa inglesa, ganhador do Nobel desculpa-se


O ganhador do Prêmio Nobel James Watson, que chocou a comunidade internacional ao fazer declarações tidas como racistas, defende-se em artigo publicado na edição desta sexta-feira, 19, do jornal britânico The Independent. Na noite de quinta-feira, Watson foi afastado do cargo de chanceler (espécie de reitor) do Laboratório de Cold Spring Harbor, em Nova York, onde trabalha desde 1948, por conta de suas declarações sobre raça, veiculadas no Sunday Times.

Laboratório suspende cientista Nobel por declaração racista

Nobel se desculpa por declarações sobre inteligência dos negros

No artigo para o Independent, Watson, co-descobridor da estrutura de hélice dupla do DNA, desculpa-se por qualquer tipo de ofensa que possa ter sido vista em suas declarações, nas quais sugere que africanos negros são menos inteligentes que ocidentais.

Mas o cientista reafirma sua posição de que o estudo dos genes pode ajudar a entender as variações na inteligência humana.

Ele sugere que os genes podem explicar muitas características de comportamento, incluindo a criminalidade. "O pensamento de que algumas pessoas são perversas por natureza me perturba... Mas a ciência não está aqui para nos fazer sentir bem".

Watson lança mão da idéia de seleção natural para especular que diferenças de comportamento e potencial podem ter surgido entre povos de diferentes contextos geográficos.

"Questionar isso não é ceder ao racismo", defende-se. "Não se trata de uma discussão de superioridade ou inferioridade, mas de buscar entender diferenças".

Em entrevista ao Sunday Times, o geneticista, de 79 anos, disse que estava "intrinsecamente pessimista sobre as possibilidades da África" porque "todas as nossas políticas são baseadas no fato de que a inteligência deles é a mesma que a nossa, quando todos os testes dizem que, na verdade, não é".

Watson ainda disse que esperava que todas as pessoas fossem iguais, mas que "aqueles que têm de lidar com empregados negros não acham que isto seja verdade".

No artigo desta sexta-feira, o pesquisador diz que nunca se furtou a dizer o que acredita ser verdade, não importa o quanto possa ser desagradável. "Muitas vezes, isso me colocou em apuros", diz o texto. "Raramente mais do que agora".

"Posso entender boa parte dessa reação. Porque, se eu disse o que fui citado por dizer, então só posso reconhecer que estou estupefato. Aos que tiraram a inferência, de minhas palavras, de que a África, como um continente, é geneticamente inferior, só posso me desculpar sem reservas. Não é o que quis dizer. Mais importante, do meu ponto do vista, não há base científica para tal crença".

Esse pedido de desculpas é o mesmo feito pelo cientista na noite de quinta-feira, durante o lançamento de seu livro de memórias Avoiding Boring People (Evitando pessoas chatas, em tradução livre).

Há muito tempo Watson declara haver uma base genética para a inteligência, algo incontestado por outros cientistas. Mas especialistas negam que existam "raças" em termos genéticos, pois o termos se refere apenas a características físicas externas.

As declarações publicadas no domingo provocaram forte reação no meio científico. Elias Zerhouni, diretor do Instituto Nacional de Saúde dos EUA, disse que o cientista errou "sob todos os pontos de vista...(as declarações) são completamente inconsistentes com o corpus da literatura de pesquisa nesta área".

"O prestígio científico nunca é um substituto para o conhecimento. Como cientistas, ficamos ultrajados e entristecidos quando a ciência é usada para perpetuar o preconceito", disse Zerhouni.


Opinião do Editor:


É lamentável que o paradigma do etnocentrismo ocidental europeu ainda esteja em pauta. Este é um paradigma ultrapassado dentro da antropologia cultural e biológica. A propósito, cada vez mais a ciência arqueológica confirma a tese de que a África é o berço da humanidade e da cultura. (Jorge Schemes)

terça-feira, 16 de outubro de 2007

Boatos e fatos...

O boato seria mais poderoso que os fatos comprovados para determinar a opinião que as pessoas têm de outras, revela um estudo divulgado pela revista Proceedings of the National Academy of Sciencies (PNAS).
No início do estudo, os pesquisadores alemães analisaram a maneira pela qual os rumores sobre uma pessoa influenciam no comportamento de terceiros com relação a ela.
Para tanto, analisaram o comportamento de 126 estudantes que jogavam videogame em duplas ou com adversários anônimos.
Cada um deles recebeu um envelope com 10 euros para distribuir a seus parceiros em determinadas partes do jogo.
Enquanto durava o jogo, eles escreviam bilhetes a respeito do comportamento dos jogadores dos turnos anteriores, em particular sobre sua generosidade.
Os jogadores que leram coisas positivas sobre seus parceiros os recompensaram financeiramente, o que sugere que o boato teve um forte impacto nas suas decisões.
Mas os pesquisadores também deram aos participantes uma lista das ações reais de seus participantes durante as primeiras etapas do jogo. Muitas vezes, os rumores contradiziam os fatos.
Surpreendentemente, nestes casos as decisões dos estudantes pareciam se basear nos boatos mais do que nos fatos comprovados.
"As pessoas se vêem indevidamente influenciadas pelo rumor, inclusive se ele contradiz o que viram", explicou Ralf Sommerfeld, pesquisador do Instituto Max-Planck na Alemanha.
Segundo ele, o boato é percebido como confiável porque, ao longo do tempo, se tornou em um instrumento útil para reunir informação.

segunda-feira, 8 de outubro de 2007

Em defesa da vida!

A SITUAÇÃO DA DEFESA DA VIDA

DATA FOLHA: SOMENTE 3% DA POPULAÇÃO BRASILEIRA CONSIDERA O ABORTO MORALMENTE ACEITÁVEL:

Enquanto o governo brasileiro esforça-se a qualquer custo por legalizar o aborto no Brasil, a rejeição ao aborto continua a crescer entre os brasileiros. Tramita, e pode ser votado ainda este ano na Câmara dos Deputados, o Projeto de Lei 1135/91 que pretende tornar o aborto legal por qualquer motivo durante todos os nove meses da gestação. O projeto, concebido e redigido pela Comissão Tripartite organizada especialmente para tanto pelo governo Lula, foi encaminhado para o Congresso pela Secretária da Política das Mulheres com a aprovação do próprio presidente, e já custou a reeleição da Deputada Jandira Feghali ao Senado por ter desempanhado no Legislativo o papel da principal aliada do governo na promoção da hedionda iniciativa. Agora, em convênio com o governo federal, a União Nacional dos Estudantes iniciou na semana passada uma campanha a nível nacional para a conscientização do meio universitário da necessidade de legalizar a prática do aborto. A iniciativa causou revolta entre os estudantes presentes ao ato inaugural da campanha, a maioria dos quais era contrária ao aborto, o reitor da UFRJ foi desprestigiado, a ministra Nilcéia Freire da Scretaria da Política das Mulheres cancelou sua participação ao ato e os ativistas a favor do aborto não tiveram clima para distribuirem entre os estudantes o material impresso que haviam preparado. O Datafolha, que pertence a uma organização a favor do aborto, mostra hoje o quanto o governo caminha contra a corrente ao tomar estas posições que são, em última análise, totalmente contrárias à ciência e baseadas em pressupostos puramente ideológicos. Graças ao progresso e à crescente divulgação dos dados científicos, é cada vez mais claro para qualquer pessoa que, não importa qual seja o motivo, o aborto significa o assassinato de um ser humano inocente. Num mundo cada vez mais contrário à pena de morte, só o governo Lula, que se comprometeu formalmente com a ONU a legalizar o aborto no Brasil, não quer e não pode perceber o quanto o aborto é uma batalha perdida e as reais dimensões do custo deste empreendimento que objetivamente representa um suicídio político. No dia 4 de abril de 2007, domingo de Páscoa, a Folha de São Paulo publicou em destaque uma reportagem segundo a qual a rejeição ao aborto em todo o Brasil havia atingido um índice recorde que vinha "crescendo constantemente desde 1993". A reportagem assinada por Michelle de Oliveira afirmava que no Brasil "hoje somente 16% dizem que o aborto deve ser permitido em mais situações, além de estupro e risco de morte para a mãe, como diz a lei atual. O índice é o maior já verificado desde quando a pesquisa começou a ser feita, em 1993. Desde então, o percentual dos favoráveis a deixar a lei como está tem crescido constantemente".
["Maioria Defende que Lei sobre Aborto não seja Ampliada": http://www1.folha.uol.com.br/fsp/brasil/fc0804200705.htm]
Seis meses depois, em reportagem intitulada "Datafolha Revela o Novo Perfil da Família Brasileira", publicada hoje e anunciada em destaque na capa na edição deste domingo 7 de outubro de 2007, o jornal Folha de São Paulo, conhecido como o periódico mais a favor do aborto do Brasil, revela novos dados e volta a reconhecer que o Instituto Datafolha, de propriedade da própria Folha, detectou que os brasileiros estão mais tolerantes com o homossexualismo e menos tolerantes com o aborto hoje do que em 1998. Nova pesquisa destinada a determinar o perfil da família brasileira, ouviu 2.093 pessoas em 211 municípios brasileiros. Segundo a mesma, em 1998, 77% achavam muito grave que seu filho tivesse um namorado do mesmo sexo, percentual que caiu para 57% na pesquisa desse ano. Mas a "VARIAÇÃO MAIS SIGNIFICATIVA", diz a reportagem, ocorreu com a questão do aborto. Com relação a este tema, continua a reportagem da Folha, "O PERCENTUAL DOS QUE ACHAVAM A PRÁTICA DO ABORTO MUITO GRAVE FOI DE 61% EM 1998 PARA 71% EM 2007. "O AVANÇO É ESPANTOSO", afirma ainda o texto da Folha. "HOJE", segundo o Datafolha, "SÓ 3% DA POPULAÇÃO CONSIDERAM 'MORALMENTE ACEITÁVEL' FAZER UM ABORTO, CONTRA 87% QUE ACHAM ISSO 'MORALMENTE ERRADO' ". Sendo promotores do aborto, os repórteres da Folha tentaram suavizar o impacto destes números entrevistando em seguida militantes do movimento a favor da legalização do aborto. "Os estudiosos do tema afirmam que estes dados não são contraditórios", afirmam os repórteres da Folha. A antropóloga Debora Diniz, que orquestrou a ação para legalizar o aborto em caso de anencafalia junto ao STF em 2004, afirma que "não podemos afirmar que são mudanças de prática, mas de narrativa". Grupos pro vida, entretanto, não entrevistados pela Folha, opinam que a afirmação da antropóloga é gratuita e dizem possuir evidências de que também a prática do aborto está em diminuição no Brasil. Já a antropóloga Maria Luiza Heilborn, coordenadora do CLAM, Centro Latino-Americano em Sexualidade e Direitos Humanos, organismo financiado pela Fundação Ford sediado no campus da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, encarregado pelas Fundações Americanas de monitorar o recrudescimento do fundamentalismo em matéria de direitos sexuais e reprodutivos na América Latina, aponta a ultra sonografia como um dos fatores responsáveis pelo crescimento da rejeição. "Uma coisa que era oculta passou a ser visível", afirma ela, apontando para o fenômeno da "ressacralização da vida pré-uterina". A reportagem da Folha está incluída dentro de um inteiro caderno sobre o novo perfil da família brasileira, do qual extraíram-se abaixo, sem alterações no texto original, as partes mais significativas sobre a questão do aborto.
De 1998 a 2007 mudou bastante coisa nas atitudes dos brasileiros com relação à sexualidade, à moral e à família. A pesquisa do Datafolha feita neste ano, que repete questões feitas quase dez anos atrás, apresenta sinais contraditórios. Diminui (muito) a rejeição ao homossexualismo. Mas também aumenta a rejeição ao aborto. A aceitação ao homossexualismo parece estar, como dizem, "bombando". "Se alguém soubesse que um filho homem está namorando um homem", em 1998, 77% dos entrevistados achavam que essa situação seria "muito grave". O índice caiu 20 pontos percentuais em nove anos: hoje, só 57% teriam essa reação. Cinco anos de intervalo entre uma pesquisa e outra não explicam tudo, e sem dúvida entramos aqui no labirinto das sutilezas metodológicas. Mesmo assim, o avanço é espantoso. Ainda mais quando só 3% da população consideram "moralmente aceitável" fazer um aborto, contra 87% que acham isso "moralmente errado", e 6% que, estranhamente, afirmam não ser essa "uma questão moral".
Luiz Fernando Vianna De 1998 a 2007, a rejeição ao aborto cresceu dez pontos percentuais; estudiosos atribuem ao acirramento do debate e à popularização das ultra-sonografias Se os números de 2007 mostram uma tolerância maior das famílias a possíveis relacionamentos interraciais e homossexuais por parte de seus filhos, os mesmos entrevistados descrevem um movimento inverso em questões comportamentais de outra natureza, como o aborto. Nessa categoria, a interrupção da gravidez não desejada desponta com a variação mais significativa, com um salto de 61% para 71% na taxa de rejeição. Em outro desdobramento da pesquisa, sobre o que consideram moralmente certo ou errado, 87% condenaram a interrupção da gravidez. Para os mais liberais, isso [a aceitação do homossexualismo e a rejeição ao aborto] pode soar como contradição. Não é, afirmam estudiosos do tema. A antropóloga Debora Diniz, professora de bioética da UnB (Universidade de Brasília) e diretora da ONG Anis (Instituto de Bioética, Direitos Humanos e Gênero), argumenta que, em pesquisas de opinião sobre assuntos de ordem moral, as respostas tendem para "um julgamento moral compartilhado, que não necessariamente representa práticas individuais". Ser racista ou homófobo é algo cada vez menos aceito socialmente. Já o aborto tem sido tema de debates acirrados, em especial, segundo Diniz, a partir de 2004, quando chegou ao Supremo Tribunal Federal uma ação para tornar legal a interrupção da gravidez em casos de fetos anencefálicos (sem cérebro). "Não podemos afirmar que são mudanças de prática, mas de narrativa", diz ela. A também antropóloga Maria Luiza Heilborn, coordenadora do Clam (Centro Latino-Americano em Sexualidade e Direitos Humanos) e professora do Instituto de Medicina Social da Uerj (Universidade do Estado do Rio de Janeiro), aponta outro fator responsável pelo crescimento da rejeição: a ultra-sonografia. "Ao mostrarem uma imagem assemelhada à imagem humana, as novas tecnologias de visualização do feto fizeram uma mudança muito grande no imaginário social. Uma coisa que era oculta passou a ser visível", afirma ela, que enxerga uma "ressacralização da vida pré-uterina" hoje.
O que pensa o ministro:
Em março, pouco depois de assumir o Ministério da Saúde, José Gomes Temporão defendeu a realização de um plebiscito sobre a legalização do aborto. Muito atacada por setores contrários à legalização, como a Igreja Católica, a proposta perdeu força, mas não a defesa do ministro de mudanças na legislação. Para ele, o aborto é um caso de saúde pública e, logo, tema de governo, idéia apoiada publicamente pelo presidente Lula.

sexta-feira, 5 de outubro de 2007

Aproveite o poder mental das palavras

Para cada "má" idéia que se forma na mente, existem "boas" fórmulas verbais que a desativam. Isto acontece porque as palavras são muito mais que meros grupos de letras que têm um significado e fazem parte de um discurso: podem ser autênticas vacinas e antídotos para o negativismo psicológico e o conseqüente mal-estar emocional.
Faça o teste: ao repetir a palavra "paz" você ficará mais relaxado e, se disser "guerra" várias vezes, estará nervoso. A razão é o fato de as palavras terem um efeito poderoso sobre as emoções - tanto que podem modificá-las.
Uma das melhores ferramentas para neutralizar os pensamentos que causam mal-estar é elaborar e utilizar uma série de fórmulas neurolinguísticas ou "frases antídoto", carregadas de emoções positivas e que ajudam a criar um ambiente bom.
Os pensamentos negativos, que tendem a gerar ódio, medo, desconfiança, ira e outros sentimentos ruins, podem ser eliminados porque se baseiam em programações mentais tóxicas registradas no cérebro em nossos primeiros anos de vida.
"Copiamos modelos, crenças, formas de olhar, pensar, opinar e sentir de pessoas que admiramos e imitamos na infância, como pais, educadores e amigos", afirmou o psicoterapeuta José María Doria, diretor da Escola Transpersonal, na Espanha.
Os programas tóxicos são ativados de forma automática e reativa. Trata-se de uma associação no cérebro, diante de um estímulo determinado e do qual nem sempre temos consciência - é como ver uma pessoa que nos lembra alguém com quem não nos damos bem, ou um cachorro parecido com outro que nos mordeu.
"A ativação de um pensamento prejudicial traz uma interpretação negativa e depressiva do que está ao nosso redor. Isso não nos deixa relaxar e faz com que não gostemos de nós mesmos", apontou o especialista.
Ao mudar a idéia, há uma mudança de açãoPara conseguir se libertar dos pensamentos ruins que inundam a mente, é preciso buscar as palavras ou conceitos que representem o oposto do pensamento negativo. Elas neutralizarão este efeito e ajudarão a desenvolver um novo programa mental no inconsciente.
O processo de reprogramação consta de seis fases básicas:
1. Construa suas frases positivamente, com base em afirmações e sem mencionar a idéia que quer neutralizar, e também em tempo presente: o correto é "tenho confiança na vida", em vez de "não terei medo de nada".
2. Repita várias vezes a fórmula, inclusive diante de outras pessoas. Embora você não acredite de início ou ouça de outros que fazer isso é uma loucura, bobagem ou pretensão desmesurada, verá como a nova idéia irá se instalando em sua mente.
3. Pronuncie mentalmente ou em voz alta as frases selecionadas quando estiver sob ataque de determinados pensamentos, concentrando-se no positivo e evitando que o negativo aja contra você.
4. Durante 40 dias, escreva suas frases positivas a cada manhã: leve em conta que a linguagem cria a realidade e é uma enorme ferramenta para programar seu inconsciente - que se modifica graças às repetições.
5. Ao longo de cada dia, observe as ações que estejam de acordo com seus novos pensamentos e detecte os sintomas, às vezes sutis, da mudança de conduta, impulsionados por sua nova forma de usar a cabeça. Quem cultiva um sentimento colhe uma ação no mesmo sentido.
6. À noite, pergunte para você mesmo: "Em que progredi hoje?" Tome consciência das três ou quatro ações destinadas a expressar os novos pensamentos que você está semeando e aproveite-os: isto forma sua nova "programação mental".
A frase "O que pensarão de mim" não resiste a outras como "Evito fazer suposições que são apenas projeção dos meus complexos e histórias pessoais. Deixem-nos pensarem o que quiserem. Faço coisas que são bem recebidas pelos outros. Sou único no Universo, diferente de todos os demais e, portanto, tenho de ser eu mesmo".
Outro exemplo: o pensamento "E se me sai mal?" pode ser desativado com a seguinte repetição: "Cada obstáculo é uma forma de ajustar o rumo, a fim de que a travessia seja um êxito. A cada momento vou enfrentando os problemas que surgem. Sigo adiante sem me paralisar ou desistir ante a possibilidade de algo ir mal. Quando chegar o momento da dificuldade, minha mente estará mais preparada e estarei em outra situação. O que hoje me parece impossível daqui a algum tempo não será mais".
(Por Daniel Galilea. adm/EFE - Reportagens)

Cérebro e regras sociais


Estudo identifica a 'anatomia' do cumprimento das regras sociais:



Pesquisadores das universidades de Ulm (Alemanha) e Zurique (Suíça) identificaram a parte do cérebro que processa a ameaça de castigo por desacato às regras sociais, uma descoberta que pode ter implicações na compreensão do comportamento de psicopatas, afirmou um estudo publicado nesta quarta-feira pela revista científica Neuron.
Numa série de experimentos, pesquisadores escanearam o cérebro de voluntários enquanto eles pensavam em como responder a um desafio que envolvesse uma norma social, no caso, o princípio de justiça.
O desafio foi apresentado de duas maneiras: uma com sanções a comportamentos que violavam padrões de justiça aceitos e outra que não trazia sanções de nenhum tipo.
A observação do cérebro dos voluntários descobriu que algumas áreas do córtex pré-frontal se excitavam quando tomavam decisões que sabiam poder gerar um castigo.
Sabe-se que estas partes do cérebro participam do controle das decisões vinculadas a temas de justiça e castigos.
Os pesquisadores também tentaram verificar se os voluntários com traços maquiavélicos de personalidade, como egoísmo e oportunismo, respondiam de forma diferente ao desafio.
Descobriram que estes indivíduos mostravam uma resposta maior à ameaça de sanções, com um aumento na atividade cerebral, comparados com as outras pessoas que participaram dos desafios.
As descobertas poderiam ter implicações que ajudam na compreensão do comportamento psicopático, já que pessoas com lesões na área pré-forntal do cérebro mostram incapacidade para se comportarem de maneira apropriada, apesar de compreenderem as normas sociais.
Os autores sugeriram ainda que a pesquisa também respalda a visão de que o sistema de justiça criminal deveria avaliar crianças e jovens de forma diferente dos adultos, porque seus sistemas cerebrais envolvidos no processamento do que é socialmente aceitável ainda não estão maduros.

Prevenindo fraudes


CONSELHO DE UM ADVOGADO
Um advogado circulou a seguinte informação para os empregados na Companhia dele:

1. Não assine a parte de trás de seus cartões de crédito. Ao invés, escreva 'SOLICITAR RG' . 2. Ponha seu número de telefone de trabalho em seus cheques em vez de seu telefone de casa. Se você tiver uma Caixa Postal de Correio use este em vez de seu endereço residencial. Se você não tiver uma Caixa Postal, use seu endereço de trabalho. Ponha seu telefone celular ao invés do residencial. 3. Tire Xerox do conteúdo de tua carteira. Tire cópia de ambos os lados de todos os documentos, cartão de crédito, etc. Você saberá o que você tinha em sua carteira e todos os números de conta e números de telefone para chamar e cancelar. Mantenha a fotocópia em um lugar seguro. Também leve uma fotocópia de seu passaporte quando for viajar para o estrangeiro. Se sabe de muitas estórias de horror de fraudes com nomes, CPF, RG, cartão de créditos, etc... roubados. Infelizmente, eu, um advogado, tenho conhecimento de primeira mão porque minha carteira foi roubada no último mês. Dentro de uma semana, os ladrões ordenaram um caro pacote de telefone celular, aplicaram para um cartão de crédito VISA, tiveram uma linha de crédito aprovada para comprar um computador, dirigiram com minha carteira, e mais..... Mas aqui está um pouco de informação crítica para limitar o dano no caso de isto acontecer a você ou alguém que você conheça. E MAIS....4. Nós fomos informados que nós deveríamos cancelar nossos cartões de crédito imediatamente. Mas a chave é ter os números de telefone gratuitos e os números de cartões à mão, assim você sabe quem chamar. Mantenha estes onde você os possa achar. 5. Abra um Boletim Policial de Ocorrência imediatamente na jurisdição onde seus cartões de crédito, etc., foram roubados. Isto prova aos credores que você tomou ações imediatas, e este é um primeiro passo para uma investigação (se houver uma). Mas aqui está o que é talvez mais importante que tudo: 6. Chame imediatamente o SEPROC e SERASA (e outros órgãos de crédito se houver) para pedir que seja colocado um alerta de fraude em seu nome e número de CPF. Eu nunca tinha ouvido falar disto até que fui avisado por um banco que me chamou para confirmar sobre uma aplicação para empréstimo que havia sido feita pela Internet em meu nome. O alerta serve para que qualquer empresa que confira seu crédito saiba que sua informação foi roubada, e eles têm que contatar você por telefone antes que o crédito seja aprovado. Até que eu fosse aconselhado a fazer isto (quase duas semanas depois do roubo), todo o dano já havia sido feito. Há registros de todos os cheques usados para compras pelos ladrões, nenhum de que eu soube depois que eu coloquei o alerta. Desde então, nenhum dano adicional foi feito, e os ladrões jogaram fora minha carteira. Este fim de semana alguém a devolveu para mim. Esta ação parece ter feito eles desistirem.

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