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domingo, 21 de abril de 2013

The School of Life chega ao Brasil para lidar com dilemas do cotidiano


Os relacionamentos podem durar uma vida inteira? Como podemos desenvolver nosso potencial? O trabalho pode ser algo inspirador? Por que a comunidade importa? São com estes questionamentos que a The School of Life chegou ao Brasil neste mês com um curso intensivo em São Paulo. Oferecendo lições sobre a vida e como lidar com os dilemas dos indivíduos através de ideias que vão da filosofia à literatura e da psicologia a artes visuais, a escola promete estimular, provocar e até mesmo consolar os alunos.
Criada pelo filósofo e escritor suíço Alain de Botton em 2008, a The School of Life se dedica a destilar grandes pensamentos de todas as épocas para enriquecer o cotidiano dos alunos. A abordagem inovadora da instituição a tornou reconhecida internacionalmente desde a abertura em Londres, onde já recebeu mais de 50 mil pessoas em cinco anos. Para o lançamento no Brasil, o primeiro curso ministrado foi um intensivo de cinco dias liderado pelo professor David Baker, um dos mais antigos docentes da instituição em Londres, também fundador e editor da revista Wired.
Para Jackie de Botton, prima do escritor e diretora da escola no País, a expectativa é adaptar o modelo da escola de Londres para o Brasil da melhor maneira possível. "(Começamos com)  um intensivo que reúne os melhores cursos de Londres, ministrado pelo Baker, e uma série de outros workshops com convidados que vão falar de grandes temas como atenção plena, hábitos, filosofia gastronômica, storytelling, entre outros que lidam com inteligência emocional", diz. 
Segundo Jackie, o diferencial da The School of Life é que, em vez de falar de disciplinas - ela não oferece aulas de filosofia, psicologia, artes -, a metodologia da escola coloca em primeiro lugar o indivíduo e as questões que o afetam, como a pressão do tempo, a ideia da morte, o sucesso, os relacionamentos, a vida e a comunicação digital, o desejo de mudar o mundo, como manter a mente sã, entre outros. "A ideia é que a gente levante sempre questões fundamentais dos dilemas dos indivíduos. Estudamos o problema e então convidamos o conhecimento que encontramos na psicologia, literatura e filosofia para iluminar o problema, que está sempre em primeiro lugar", explica.

Como conversa de bar


Adesivos na parede fazem parte da decoração 'descolada' da escola em Londres Foto: Divulgação
Adesivos na parede fazem parte da decoração 'descolada' da escola em Londres
Foto: Divulgação

Sobre a inovação de trazer temas que geralmente são debatidos em conversas entre amigos, em um bar, para a sala de aula, a diretora da The School of Life no Brasil afirma que a diferença está na metodologia. "A única diferença da escola para um bar é que você tem alguém liderando a conversa e levantando de uma forma vigorosa e clara quais são as formas que você pode aplicar esse conhecimento no seu dia a dia. Em todas as turmas você tem uma metodologia que sempre privilegia o aluno. Não é o professor falando da experiência dele. É o professor mostrando como aplicar esses conhecimentos na vida dos alunos, há uma interação grande do público nas aulas", diz. 
Na escola de Londres, o público é dividido entre homens e mulheres igualmente, todos da classe A, B e C. Com base nos dados do primeiro curso em São Paulo, os alunos brasileiros são em sua maioria mulheres (60%), de 25 a 45 anos, com distintas formações. Mesmo com culturas tão diversas, as lições dos cursos da escola de Londres no Brasil não devem ser muito diferentes. "No geral são os mesmos dilemas. Para São Paulo trouxemos cursos sobre como equilibrar o trabalho com a família, como manter a mente sã, porque entendemos que são questões com forte demanda na cidade", comenta Jackie.
Ainda este ano estão previstos cursos no Rio de Janeiro e novamente em São Paulo. No meio tempo, a The School of Life vai promover uma série de Sermões, que são palestras que acontecem aos domingos ministradas por um line-up de brasileiros e estrangeiros. A programação da escola está disponível no site http://www.theschooloflife.com/brazil [Fonte: Terra]

domingo, 7 de abril de 2013

Quanto menos inteligente, mais preconceituoso, diz estudo


Preconceito é uma grande besteira. Julgar o outro por ser diferente de você não o faz uma pessoa melhor, apenas egocêntrica e cheia de medo de a sua verdade não seja a verdade absoluta para o resto do mundo. Isso todo mundo já devia saber, mas pelo que vemos no dia a dia, muita gente ainda não entendeu.
A Universidade de Ontário, no Canadá, foca seus trabalhos acadêmicos no estudo dos mecanismos do preconceito, desde como ele surge até como se manifesta na sociedade. E no meio de um desses estudos foi descoberto algo que muita gente vai dizer que já sabia: quanto menor o QI da pessoa, mais preconceituosa ela é.
QI (quociente de inteligência) é usado para medir a capacidade intelectual das pessoas. São feitos testes – não, não tem nenhuma ligação com uma prova de conhecimentos gerais que você já fez na escola – e descobre-se a capacidade que cada um tem de aprofundar-se em conhecimento.
E o que os pesquisadores, liderados por Gordon Hodson, descobriram foi que quanto menor o QI de alguém, maiores as chances dessa pessoa se tornar preconceituosa, conservadora e racista. Isso aconteceria porque, na hora de escolher em que acreditar, essas pessoas buscariam o caminho mais simples e conservador, apostando em ideologias que pregam o preconceito.
Resistir às mudanças é algo que todos nós fazemos, uns em maior grau do que outros, mas quando essa resistência passa a prejudicar seu interação social é que se torna perigosa. Entender as diferenças entre as pessoas e respetá-las pode parecer impossível para alguns e óbvias para outros.
O estudo mostra que as pessoas menos inteligentes seriam atraídas por ideologias conservadoras porque oferecem ‘estrutura e ordem’, dão conforto e simplificam o entendimento do mundo em que vivemos, que se torna mais complicado a cada dia.
Quando dizem que você deve “abrir a cabeça” é sobre isso que estão falando. Aceitar mudanças, deixar que o conhecimento faça sentido e notar que a ciência existe, também, para desmascarar dogmas universais.
A pesquisa, publicada na revista Psychological Science e disponível neste link, deixa claro que não está dizendo que todas as pessoas sem preconceitos são geniais, enquanto quem não aceita as novas organizações sociais é estúpido, Ela trabalha com a média entre grupos e, por isso fala de maiorias e recortes. [Fonte: Yahoo]

terça-feira, 2 de abril de 2013

Lei Carolina Dieckmann e Lei Azeredo entram em vigor hoje; saiba onde denunciar



A ATRIZ CAROLINA DIECKMANN CHEGOU A SER CHANTAGEADA PELO HACKER QUE ROUBOU 36 FOTOS (Foto: Divulgação)
Os crimes eletrônicos são alvo de duas leis que entraram em vigor nesta terça-feira, 2.
A chamada Lei Carolina Dieckmann acrescenta artigos ao Código Penal especificando que invadir computadores ou outros dispositivos eletrônicos – conectados ou não à internet – é crime sujeito a prisão e multa.
O apelido da lei faz referência à atriz, que teve 36 fotos íntimas roubadas de seu computador e divulgadas na internet em maio passado. Uma pessoa passou a chantageá-la por e-mail e exigiu o pagamento de R$ 10 mil para que as imagens não fossem divulgadas.
“Antes dessa lei, o invasor poderia ser punido por furto de dados ou por danos à imagem da pessoa, que são crimes já previstos no Código Penal”, explica Camilla Massari, advogada responsável pela área de direito digital do escritório Carvalho, Testa & Antoniazi. Agora, o suspeito pode ser condenado pelo próprio ato de invadir o computador ou dispositivo de informática, com o objetivo de conseguir, alterar ou destruir dados sem autorização.
Camilla considera que a lei deixa uma brecha. “E se o invasor apenas bisbilhotar, sem copiar ou usar os dados? Isso é crime ou não?”, diz a advogada. Os futuros casos julgados deverão mostrar a aplicação da lei na prática. Outro ponto que pode ser discutido é como será a interpretação de crimes em que os dados acessados estão armazenados em nuvem (servidores fora do dispositivo do usuário), pois a lei trata somente de dispositivo físicos.
Lei Azeredo

LEI PROPOSTA POR EDUARDO AZEREDO (PSDB) FOI ‘DEPENADA’ E SOBRARAM POUCOS ARTIGOS (Foto: Dida Sampaio/Estadão)
Também entra em vigor hoje a chamada Lei Azeredo. Proposta em 1999 pelo então deputado federal Eduardo Azeredo (PSDB), foi alvo de longa polêmica. Nesse caminho, os pontos que geraram mais discussão foram excluídos e a lei que vale a partir de agora traz somente duas mudanças.
O principal ponto aprovado determina que a polícia estruture setores especializados no combate a crimes informáticos. Poucas cidades possuem delegacias especializadas em crimes eletrônicos (confira abaixo). Onde não tem, a indicação é procurar qualquer delegacia da Polícia Civil.
O outro ponto da Lei Azeredo em vigor inclui na legislação sobre os crimes resultantes de preconceito de raça ou de cor que um juiz pode determinar que qualquer publicação racista – eletrônica ou em qualquer meio – seja interrompida.
O texto original da Lei Azeredo envolvia questões polêmicas, como a obrigação dos provedores de fiscalizar e guardar os registros da atividade de usuários, ou o fato de tornar crime o compartilhamento de arquivos.
A Lei Carolina Dieckmann surgiu como alternativa à Lei Azeredo e foi aprovada em poucos meses.
É preciso denunciar
Quem tiver sua privacidade digital invadida deve, necessariamente, prestar queixa para que o acusado possa ser responsabilizado.
“A perícia procura por rastros do invasor no sistema do computador ou dispositivo. Além disso, consulta dados de provedores e servidores. Mas não é fácil. Quanto mais rápida a denúncia for feita, melhor, para que os rastros do invasor não sejam destruídos”, diz advogado especialista em direito digital Victor Haikal, sócio do escritório Patrícia Peck Pinheiro.[Fonte: Blog Estadão]

Onde denunciar crimes eletrônicos
-Espírito SantoDelegacia de Repressão aos Crimes Eletrônicos (DRCE)Telefone: (27) 3137 2607
Av. Nossa Senhora da Penha, 2290, 2º andar, Santa Luiza, Vitória-ES
-Minas Gerais
DEICC – Delegacia Especializada de Investigações de Crimes Cibernéticos
Telefone: (31) 3212-3002
Av. Nossa Senhora de Fátima, nº 2855, Carlos Prates – Belo Horizonte/MG
-Paraná
Polícia Civil – Núcleo de Combate aos Cibercrimes (Nuciber)
Telefone: (41) 3321-1900
Rua José Loureiro, 376 – 2º andar, Centro – Curitiba/PR
-Rio de JaneiroPolícia Civil – Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática (DRCI)Telefone: (21) 2332-8190
Rua Professor Clementino Fraga, nº 77, 2º andar, Cidade Nova – Rio de Janeiro/RJ
-São Paulo
4ª DIG – Delitos Meios Eletrônicos 
Telefone: (11) 2224-0300
Av. Zaki Narchi, nº 152 – Carandiru – São Paulo/SP

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