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segunda-feira, 20 de agosto de 2007

DISCIPLINA VERSUS CASTIGO


Disciplina, sim. Castigo não!

Campanha propõe aos pais adoção de métodos que não utilizem violência física e psicológica:


Se acalme. Respire fundo antes de chamar a atenção do seu filho. A dica faz parte da campanha “Não Bata, Eduque!”, lançada pelo presidente Lula a fim de estimular a população a refletir sobre o assunto e promover uma mobilização contra castigos físicos e humilhantes usados como medida disciplinar na educação de crianças. O enfoque da campanha, lançada com a participação da Xuxa, não culpa os pais e defende que eles precisam de apoio para utilizar as “estratégias positivas de educação”, que não utilizam a violência física e psicológica e que promovem o desenvolvimento físico, emocional e social dos filhos.


Reflexão:


O objetivo da iniciativa é estimular a população a pensar sobre o assunto e a se mobilizar contra as agressõesNão é difícil encontrar adultos que pensam que palmadas e puxões de orelha são necessários na educação dos filhos. Um castigo não muito raro é quando o pai ou a mãe, num rompante de raiva, sacode a criança. Tal punição pode causar lesões permanentes no pescoço, mesmo que o agressor não tenha a intenção. “A violência contra crianças e adolescentes na família pode freqüentemente ocorrer no contexto de medidas disciplinares e assumir a forma de castigo físico, cruel e humilhante”, alerta o especialista Paulo Sérgio Pinheiro num estudo sobre violência global.“A violência começa em casa. Aquela criança que é vítima da força dos pais tem maior possibilidade de replicar isso na vida adulta”, diz a pediatra Renata Waksman, coordenadora do Núcleo de Estudos da Violência contra Crianças e Adolescentes da Sociedade de Pediatria. “Os castigos físicos representam violação do direito à vida, à integridade física e psicológica e ao pleno desenvolvimento da criança. Trata-se de uma prática obsoleta que vem sendo substituída até no adestramento de animais”, afirma Eleonora Ramos, da Rede Não Bata, Eduque!, que congrega entidades do País em defesa aos direitos das crianças.

Estudo ouviu crianças pelo mundo:

O estudo do professor Paulo Sérgio Pinheiro, diretor do Núcleo de Estudos da Violência da USP, intitulado Relatório Global sobre a Violência Contra Crianças no Mundo, ouviu crianças de todos os continentes do mundo que passaram por situações de violência. É o primeiro estudo abrangente desenvolvido, a pedido da Organização das Nações Unidas (ONU), sobre todas as formas de violência contra crianças.O estudo aborda a questão da violência contra as crianças em diversos ambientes: na família, nas escolas, em instituições assistenciais alternativas, instituições de privação de liberdade, em locais onde crianças trabalham e em comunidades. Está fora do estudo, a violência contra crianças em conflitos armados. Paulo Sérgio lançou mão de um método participativo em que as crianças relataram suas experiências em situações de violência.Entre os pontos do estudo, está a necessidade de prevenção da violência, que nunca pode ser justificada; que todas as crianças têm o direito a uma vida isenta de violência e que a melhor maneira de lidarmos com a violência contra crianças é detendo-a antes que ela ocorra. Os Estados devem investir em políticas e programas baseados em provas que ataquem os fatores que originam a violência e tomar as medidas para garantir que recursos sejam alocados para atacar suas causas.
Não bata, eduqueDez idéias para os pais levarem em conta na hora de advertir as crianças
1 - Evite discutir os problemas sob o efeito da raiva, pois dizemos coisas inadequadas para a aprendizagem das crianças e que provocam mágoas.

2 - Sempre tente conversar com as crianças, entender porque algo está acontecendo com a criança é o primeiro passo para juntos vocês encontrarem a solução.

3 - Jamais recorra aos tapas, insultos ou palavrões. Como adultos não queremos ser tratados assim quando cometemos um erro, então não devemos agir assim com nossos filhos.

4 - Não deixe que a raiva ou o estresse que acumulou por outras razões se manifestem nas discussões. Seja justo e não espere que as crianças se responsabilizem por coisas que não lhes dizem respeito.

5 - Converse na presença dos envolvidos na discussão. Isso contribui para uma melhor comunicação. Mantenha um tom de voz baixo e calmo, segure as mãos da criança enquanto conversam – o contato físico afetuoso ajuda a gerar maior confiança entre pais e filhos e acalma os pequenos.

6 - Valorize e faça observações sobre os aspectos positivos do comportamento deles(as). Elogios sobre bom comportamento nunca são demais. Cuidado para não atacar a integridade física ou emocional da criança fazendo com que ela sinta que jamais poderá atender suas expectativas. Ao invés de dizer “Você é um desastrado, nunca faz nada direito!”, que tal tentar “Olha o que acaba de acontecer, como podemos evitar que aconteça de novo?”

7 - Considere sempre as opiniões e idéias dos (as) seus(uas) filhos(as). Afinal, muitas vezes, suas explicações pelo ocorrido não são nem escutadas. Tome decisões junto com eles para resolver o problema, comprometendo-os com os resultados esperados. Se o acordo funcionar, dê parabéns. Se não avaliem juntos o que aconteceu para melhorar da próxima vez.

8 - Se sentir que errou e se arrependeu, peça desculpas às crianças. Elas aprendem mais com os exemplos que vivenciam do que com os nossos discursos.

9 - Busque expressar de forma clara quais são os comportamentos dos quais não gosta e que o aborrecem. Explique o motivo de suas decisões e ajude-os a entendê-las e cumpri-las. As regras precisam ser claras e coerentes para que as crianças possam interiorizá-las.

10 - Prevenir é melhor que remediar, sempre. Gerar espaços de diálogo com as crianças desde pequenas colabora para que dúvidas e problemas sejam solucionados antes do conflito.


Quem proíbe:

15 países não toleram esse tipo de violência

- Suécia
- Finlândia
- Dinamarca
- Noruega
- Áustria
- Chipre
- Letônia
- Croácia
- Alemanha
- Bulgária
- Israel
- Islândia
- Ucrânia
- Romênia
- Hungria

Um comentário:

Anônimo disse...

EDUCACAO NAO FAZ NADA
VAMOS SUPOR QUE MAIS MIL PESSOAS GANHAM FORMACAO NA UNIVERSIDADE.
QUERO SABER QUEM VAI GARANTIR EMPREGO NO RAMO QUE ELES ESTUDARAM?

O POVO PRECISA DE DINHEIRO, ALOJAMENTO, COMIDA, ASFALTAMENTO, ELECTRICIDADE E SEGURANCA. EM CIMA DISSO, PODEMOS CONSTRUIR OUTRAS COISAS TAL COMO A CULTURA ARTE CINEMA ENTRETENIMENTO INDUSTRIA DE TECNOLOGIA EXPANSAO DA ECONOMIA.

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