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9 Coisas Que Pessoas Inteligentes NÃO Fazem

A plataforma TalentSmart testou mais de um milhão de pessoas e descobriu que 90% dos mais altos cargos são preenchidos por pessoas com maior nível de inteligência emocional.

Confira os resultados a que ele chegou.

1.    Não se importam com a opinião dos outros

Quando pessoas emocionalmente inteligentes se sentem bem a respeito de algo que fizeram, elas não se importam com opiniões alheias ou elogios. Isso porque quando a sua noção de felicidade vem de comparações com os outros, você deixa de controlar sua própria satisfação.

Tudo bem que é impossível ignorar completamente as reações dos outros às suas atitudes. Mas você não precisa se comparar aos outros o tempo todo.

Releve boa parte do que as pessoas dizem sobre você num determinado momento ou situação. Uma coisa é fato: você não é tão bom nem tão ruim quanto elas dizem.

2.    Não esquecem

Pessoas emocionalmente inteligentes são rápidas para perdoar, mas isso não significa que esqueceram. Perdoar é deixar pra lá o que aconteceu de ruim para seguir em frente.

É completamente diferente de dar uma segunda chance a quem pisou na bola com você. Assim você se protege de possíveis problemas futuros.

3.   Não morrem na batalha

As pessoas espertas sabem como é importante deixar uma batalha para outro dia. No meio do conflito, uma emoção ou reação exagerada podem te tirar do salto alto e trazer danos sérios.

Já quando você consegue compreender suas próprias emoções, você é capaz de escolher as batalhas de maneira mais sábia e só ficar no ringue na hora certa.

4.    Não priorizam perfeição

Pessoas emocionalmente inteligentes não estabelecem a perfeição como meta porque sabem que é inatingível. Seres humanos erram, simples assim.

Quando a perfeição é seu objetivo, você está destinado a falhar e perder tempo, não só tentando conseguir o impossível, como também lamentando por não ter conseguido. É melhor aproveitar e celebrar o que você fez certo do que sofrer com o que fez de errado.

5.    Não vivem no passado

Os erros podem acabar com sua autoconfiança e tornar bem mais difícil a tarefa de acreditar em si mesmo. Na maioria das vezes, as falhas acontecem ao assumir riscos e tentar conquistar algo que não é fácil.

As pessoas espertas sabem que o sucesso está em saber “levantar após a queda”.  E essa ascensão é impossível se você ficar vivendo no passado. Se o seu passado se torna seu presente, ele te impede de seguir adiante.

6.   Não se afogam em problemas

Quando você se fixa em problemas que tem enfrentado, você cria e prolonga o estresse e as emoções negativas que surgiram com aquele problema inicial. Pessoas espertas não direcionam suas energias aos problemas, mas focam, sim, em soluções.

7.    Não se envolvem com pessoas negativas

É sempre melhor manter a distância de reclamões porque eles só falam de problemas e não conseguem trazer soluções. Geralmente, eles querem trazer os outros para suas lamentações sem fim. E os ouvintes geralmente se veem presos na ladainha porque não querem ser vistos como insensíveis. Daí entram na espiral das emoções negativas.

Você pode evitar ser puxado por esta corrente estabelecendo limites e se distanciando quando necessário. Pense da seguinte maneira: se uma pessoa x está fumando a noite toda, você vai sentar ao lado dela e lá ficar respirando a fumaça por horas a fio? Uma bela maneira de impor limites é perguntar aos reclamões de plantão como pretendem resolver o problema.

8.    Não guardam rancor

Guardar mágoas geralmente levam ao estresse. Só de pensar nos acontecimentos que desencadearam o rancor já faz seu corpo entrar num modo de batalha. Quando uma ameaça é iminente, a nossa reação natural é querer sobreviver e, portanto, lutar.

Aprender a seguir em frente e deixar uma mágoa para trás não só vai fazer você se sentir melhor como também vai melhorar sua saúde física, segundo pesquisas científicas.

9.    Não dizem sim sempre

Uma pesquisa da Universidade da California mostrou que, quanto mais dificuldade você tem em dizer não, maior a probabilidade de voc6e ter estresse, síndrome de burnout e até depressão. Saber falar não de fato é um dos maiores desafios para muita gente.

‘Não’ é uma palavra poderosa, da qual você não deveria ter medo.

Fonte: MSN

Pesquisa indica que a humanidade ficou mais burra



Nobel de Física, Albert Einstein tinha um QI estimado de 160. A média para a população (estimativa do Reino Unido) é de 100 pontos
Foto: Getty Images
Um provocativo estudo publicado recentemente na revista Intelligence sugere que, enquanto a tecnologia avança, a inteligência humana está em declínio. A pesquisa aponta que o quociente de inteligência (QI) dos ocidentais caiu 14 pontos desde o final do século 19. As informações são do Huffington Post.
Segundo o professor da Universidade de Amsterdam Jan te Nijenhuis, co-autor do estudo, as mulheres mais inteligentes tendem a ter menos filhos do que aquelas com menor inteligência, o que poderia ser um dos fatores para esse declínio.
Nijenhuis e alguns colegas analisaram os resultados de 14 estudos sobre a inteligência desenvolvidos entre os anos de 1884 e 2004, incluindo um feito por Francis Galton,  antropólogo inglês primo de Charles Darwin. Cada pesquisa levou em conta o tempo que os participantes levaram para pressionar um botão em resposta a um estímulo. O tempo de reação reflete a velocidade de processamento mental de um indivíduo, e por isso é considerado uma indicação da inteligência.

Outros estudos recentes têm sugerido um aumento aparente no QI a partir da década de 1940. Porém, o especialista sugere que esses levantamentos refletem a influência de fatores ambientais – como melhor educação, higiene e nutrição –, que podem mascarar o verdadeiro declínio na inteligência herdada geneticamente no mundo ocidental.No final do século 19, o tempo de reação visual era em média de 194 milésimos de segundo. Já em 2004, esse tempo havia aumentado para 275 milésimos de segundo. Ainda que a máquina utilizada para medir o tempo de reação do final do século 19 fosse menos sofisticada que a usada nos últimos anos, Nijenhuis afirmou ao Huffington Postque os dados antigos são diretamente comparáveis aos modernos. [Fonte: Terra]

Quanto menos inteligente, mais preconceituoso, diz estudo


Preconceito é uma grande besteira. Julgar o outro por ser diferente de você não o faz uma pessoa melhor, apenas egocêntrica e cheia de medo de a sua verdade não seja a verdade absoluta para o resto do mundo. Isso todo mundo já devia saber, mas pelo que vemos no dia a dia, muita gente ainda não entendeu.
A Universidade de Ontário, no Canadá, foca seus trabalhos acadêmicos no estudo dos mecanismos do preconceito, desde como ele surge até como se manifesta na sociedade. E no meio de um desses estudos foi descoberto algo que muita gente vai dizer que já sabia: quanto menor o QI da pessoa, mais preconceituosa ela é.
QI (quociente de inteligência) é usado para medir a capacidade intelectual das pessoas. São feitos testes – não, não tem nenhuma ligação com uma prova de conhecimentos gerais que você já fez na escola – e descobre-se a capacidade que cada um tem de aprofundar-se em conhecimento.
E o que os pesquisadores, liderados por Gordon Hodson, descobriram foi que quanto menor o QI de alguém, maiores as chances dessa pessoa se tornar preconceituosa, conservadora e racista. Isso aconteceria porque, na hora de escolher em que acreditar, essas pessoas buscariam o caminho mais simples e conservador, apostando em ideologias que pregam o preconceito.
Resistir às mudanças é algo que todos nós fazemos, uns em maior grau do que outros, mas quando essa resistência passa a prejudicar seu interação social é que se torna perigosa. Entender as diferenças entre as pessoas e respetá-las pode parecer impossível para alguns e óbvias para outros.
O estudo mostra que as pessoas menos inteligentes seriam atraídas por ideologias conservadoras porque oferecem ‘estrutura e ordem’, dão conforto e simplificam o entendimento do mundo em que vivemos, que se torna mais complicado a cada dia.
Quando dizem que você deve “abrir a cabeça” é sobre isso que estão falando. Aceitar mudanças, deixar que o conhecimento faça sentido e notar que a ciência existe, também, para desmascarar dogmas universais.
A pesquisa, publicada na revista Psychological Science e disponível neste link, deixa claro que não está dizendo que todas as pessoas sem preconceitos são geniais, enquanto quem não aceita as novas organizações sociais é estúpido, Ela trabalha com a média entre grupos e, por isso fala de maiorias e recortes. [Fonte: Yahoo]

Médicos pesquisam relação entre discriminação social e inteligência


Filhos de imigrantes costumam ter notas escolares mais baixas que seus colegas. Causa não é genética, como alguns pensam. Estudos indicam que preconceito e exclusão podem causar danos permanentes em capacidade cognitiva. Cor de pele diferente é igual a origem diferente, que é igual a características humanas diversas: essa equação representa um equívoco muito comum. 
"Ela sempre foi simples demais para ser verdade", diz Andreas Heinz, diretor da clínica de psiquiatria e psicoterapia do Hospital Universitário Charité, em Berlim. Ele balança a cabeça, divertido, ao contar sobre a médica de seus filhos: de pele e olhos escuros, ela tem um filho "selvagem", considerado criança-problema na escola.
"Para a maioria das pessoas, estava logo claro: o pai devia ser turco ou árabe", lembra. A suposta origem estrangeira era usada como possível justificação todos os problemas comportamentais do menino. "Só que o pai é médico e alemão", rebate Heinz.
Livro controverso
Há algum tempo, voltaram à moda as teorias que relacionam o desempenho econômico de determinado país ao rendimento de seus habitantes em testes de QI, o qual, por sua vez, seria determinado pelas características genéticas comuns.
A suposta relação entre inteligência e etnia passou a ser discutida acaloradamente em programas de entrevista, cadernos de cultura e conversas de bar dois anos atrás, depois do lançamento do controverso livro Deutschland schafft sich ab (A Alemanha se extingue a si mesma, em tradução livre).
Em sua obra, o político social-democrata berlinense Thilo Sarrazin prediz para o país um futuro sombrio, devido a seu pouco sucesso na área da educação e à incapacidade de integrar os imigrantes turcos e muçulmanos. Sarrazin atribui o rendimento escolar das crianças com tais origens – de fato, mais fraco – à suposta herança do "equipamento intelectual de seus progenitores".
Importância do fator social
"De fato, os genes desempenham um papel central no desenvolvimento da inteligência", concorda o médico Andreas Heinz. No entanto, ele  destaca que um grande número de estudos também prova uma influência "bastante dominante" do meio ambiente sobre a capacidade intelectual dos indivíduos.
O desempenho de pessoas de origens e meios sociais distintos em testes de inteligência depende, portanto, do ambiente humano à sua volta. Estudos realizados nos Estados Unidos na década de 70 demonstraram que crianças negras adotadas por famílias brancas registraram uma melhora significativa em seus testes de QI, comparadas a outras crianças brancas e negras.
Segundo o recenseamento Mikrosensus 2011, os descendentes de imigrantes correspondem a 62% dos habitantes da Alemanha sem segundo grau concluído, e apenas cerca de 20% dos que obtêm o Abitur, certificado que dá acesso à universidade.
"Diferentes pesquisadores procuraram muitas vezes as causas para esse fato nas especificidades étnicas ou culturais, sobretudo de turcos e árabes", critica o especialista em ensino Coskun Canan, da Universidade Humboldt, de Berlim.
Mulheres à frente na ascensão educacional
No entanto, examinando-se de perto os descendentes de turcos, constata-se que a falta de conclusão do segundo grau é mais frequente entre os de mais idade. Embora o rendimento escolar dos mais jovens siga sendo inferior ao daqueles sem histórico de imigração, ele é bem melhor do que o da geração de seus pais.
As jovens nascidas na Alemanha são o principal motor dessa melhoria nas estatísticas educacionais: cerca de um terço delas alcança a universidade ou a habilitação para uma carreira técnica, e a tendência é ascendente. É certo que, entre as mulheres sem origens estrangeiras, quase a metade alcança um grau educacional superior, mas aqui as gerações anteriores também já apresentavam um perfil educacional mais elevado.
"As alemãs descendentes de famílias turcas são o carro-chefe de todo o grupo", comenta Coskun Canan, "acreditamos que elas vão puxar os homens junto consigo". Os homens de origem turca, que tendem a estagnar no tocante à ascensão educacional, precisarão correr atrás das mulheres, se quiserem se casar dentro do próprio grupo étnico.
Estereótipos com vida própria
"Contudo, preconceitos também desenvolvem vida própria", adverte Coskun Canan. Uma vez colocadas no mundo, assertivas como "turcos são refratários à integração" geralmente levam os que são assim descritos a, pouco a pouco, adaptar-se a elas. Os sociólogos denominam esse efeito stereotype threat – ameaça através de estereótipos.
Quando um professor não espera do aluno de origem turca o mesmo rendimento que dos outros, está sabotando as chances de desenvolvimento desse estudante. "Se, por exemplo, a criança se encontrar entre os conceitos escolares 'satisfatório' e 'bom', o professor possivelmente só lhe dará uma nota satisfatória", explica Canan.
Ou, se o professor acredita que o aluno não conseguirá mesmo chegar à Realschule, que dá uma qualificação mais alta, então, ao entrar no nível médio, ele só obterá uma recomendação para a menos promissora Hauptschule. Deste modo, estereótipos são perpetuados por todos os envolvidos, e potenciais permanecem sem ser explorados.
Exclusão pode causar alterações cerebrais e genéticas
"Tais vivências de discriminação possivelmente se refletem diretamente no  nível neurológico, e podem prejudicar as capacidades cognitivas de forma permanente", afirma Andreas Heinz. Experimentos com animais mostraram que a exclusão causa estresse e deixa marcas no cérebro.
"Pode-se medir isso perfeitamente, no modelo animal", aponta Heinz. Quando um espécime agressivo assedia a cobaia, o sistema hormonal libera substâncias relacionadas ao estresse, como a serotonina, responsável pela comunicação entre os hormônios, mas também associada à depressão.
Os níveis do hormônio dopamina, ligado ao aprendizado, são também fortemente alterados. Isso pode resultar em modificações cerebrais, possivelmente até mesmo herdáveis pelas gerações seguintes.
Heinz e sua equipe pesquisam atualmente no Hospital Charité se mecanismos semelhantes ocorrem da mesma forma no cérebro humano. Ele pretende determinar se o estresse social também desencadeia certas reações bioquímicas nos seres humanos.
Será que, deste modo, genes responsáveis pelo grau de inteligência são ativados ou bloqueados? Será que a exclusão acaba por manter o rendimento intelectual dos atingidos abaixo de seu potencial genético? Seria essa reação ao estresse até mesmo hereditária? O psiquiatra Heinz acredita isso seja possível.
Uma coisa é certa, desde já: a exclusão social através de expectativas negativas é danosa. Por isso, deve-se incentivar tudo o que favoreça o desenvolvimento da inteligência, desde a competência linguística até a alimentação saudável. "A pior coisa que pode acontecer, é ser classificado na gaveta dos incapazes", alerta Andreas Heinz. [Fonte: Terra]

Inteligência humana está diminuindo com o tempo, diz pesquisa


A inteligência e o comportamento humano exigem ótimo funcionamento de um grande número de genes que, por sua vez, requerem pressões evolucionárias gigantescas para serem mantidos. Agora, em uma teoria provocativa, uma equipe da Universidade Stanford, nos Estados Unidos, afirma que pessoas estão perdendo capacidades intelectuais e emocionais com a vulnerabilidade a mutações dos genes capazes de nos ajudar no poder do cérebro. Essas mutações, de acordo com o jornal britânico Daily Mail, não estão sendo selecionadas para a sociedade moderna, pois não precisamos mais de inteligência para sobreviver.
"O desenvolvimento de nossas habilidades intelectuais e a otimização de milhares de genes de inteligência provavelmente ocorreram em grupos de pessoas dispersos antes de nossos ancestrais emergirem da África", afirma Gerald Crabtree, autor do estudo publicado no jornal Trends in Genetics. Nesse ambiente, a inteligência era crítica para a sobrevivência, e havia provavelmente uma pressão seletiva nos genes que auxiliam no desenvolvimento intelectual, chegando ao ponto máximo da inteligência.
Porém, segundo pesquisadores, foi a partir daí que começamos a ir "ladeira abaixo". Com o desenvolvimento da agricultura, veio a urbanização, que pode ter enfraquecido o poder de seleção de semear mutações levando a desabilidades intelectuais.
Baseado em cálculos da frequência com que mutações destrutivas apareceram no genoma humano e a suposição de que de 2 a 5 mil genes são necessários para habilidades intelectuais, Crabtree estima que em 3 mil anos, cerca de 120 gerações, teremos duas ou mais mutações permanentes que serão prejudiciais à nossa estabilidade emocional e intelectual.
Além disso, pesquisas recentes da neurociência sugerem que genes envolvidos em funções do cérebro estão unicamente suscetíveis a mutações. Crabtree argumenta que a combinação de uma menor pressão seletiva e o grande número de genes facilmente afetados está desgastando nossas capacidades emocional e intelectual.
Essa perda, no entanto, é lenta, e a julgar pelo ritmo rápido de descobertas e avanços da sociedade, futuras tecnologias estão ligadas à revelação de soluções ao problema, afirma o autor do estudo. "Acho que conheceremos cada uma das milhões de mutações humanas que podem comprometer nossa função intelectual e como cada uma delas interage e outros processos como influências ambientais", diz Crabtree. "Até lá, talvez seremos capazes de corrigir em um toque de mágica qualquer mutação que tenha ocorrido nas células de qualquer organismo e em qualquer estado de desenvolvimento. Desta forma, o processo bruto de seleção natural será desnecessário", completa. [Fonte: Terra]

Abelhas têm ideias abstratas como os mamíferos, diz estudo


As abelhas são capazes de levar em consideração as relações entre objetos, assim como conceitos abstratos - um privilégio que se acreditava reservado a cérebros como o dos mamíferos -, revela um estudo do Centro Nacional de Pesquisa Científica francês (CNRS). O fato de as abelhas poderem utilizar simultaneamente duas ideias abstratas é um resultado "completamente inesperado" que põe abaixo o pressuposto de que "a elaboração de um saber conceitual" necessita de um cérebro do tamanho do dos mamíferos, como o ser humano, destacam os cientistas neste estudo, publicado pela revista americanaPNAS (Proceedings of the National Academy of Sciences).
Em sua vida cotidiana, o ser humano utiliza os conceitos que relacionam objetos diferentes através de sistemas do tipo: "igual", "diferente", "maior", "acima de".
A equipe do professor Martin Giurfa (CNRS), da Universidade Toulouse III Paul Sabatier, demonstrou que as abelhas também eram "capazes de gerar e depois manipular conceitos para ter acesso a uma fonte de alimento". "O notório", disse o professor, ouvido por telefone, "é que podem, inclusive, utilizar dois conceitos diferentes para tomar uma decisão, ante a uma situação nova".
As abelhas demonstraram que podem conseguir água com açúcar (a sua recompensa) ou a um líquido azedo (castigo) mediante dois orifícios colocados entre imagens que variavam de posição. Se serviam para isso das noções "acima de" ou "ao lado de", que associavam com o prêmio ou a punição. "Ao final de 30 tentativas, as abelhas passavam a reconhecer, sem equívocos, a relação que as guiaria para a água açucarada", mesmo "quando eram utilizadas imagens que não viram nunca", explicou o professor Giurfa.
Segundo os cientistas, a experiência pôs em destaque que as abelhas ignoravam os estímulos realizados com imagens idênticas, "demonstrando que, além dos conceitos 'acima, abaixo e ao lado' manipulavam simultaneamente o de 'diferença' para tomar sua decisão". "Esta capacidade, que se acreditava própria dos seres humanos e de alguns primatas, demonstra que as análises cognitivas sofisticadas são possíveis, na ausência de linguagem, apesar de uma arquitetura neural em miniatura", concluíram. Essa investigação, assegura o CNRS em comunicado, "questiona muitas teorias em âmbitos como a cognição animal, a psicologia humana, as neurociências e a inteligência artificial".[Fonte: Terra]

"Número de Deus" resolve cubo mágico em 20 movimentos



Deus joga cubos
Um grupo de pesquisadores americanos concluiu que é possível resolver qualquer combinação do quebra-cabeças conhecido como "cubo mágico" em apenas 20 movimentos ou menos.
O chamado "número de Deus" é o mais baixo desde que a busca pela solução mais rápida para o colorido enigma começou, há 30 anos.
Em 1981, o matemático Morwen Thistlethwaite chegou a um algoritmo capaz de resolver qualquer posição do cubo mágico em 52 movimentos. Desde então, o número vem sendo reduzido - a última vez, em 2008, para 22.
"Sabemos ao certo que o número mágico é 20", disse à BBC o matemático da Kent State University, Morley Davidson. Ele disse, entretanto, que a maioria das posições requer entre 15 e 19 movimentos.
Segundo ele, das cerca de 43 bilhões de combinações possíveis com o cubo, 100 milhões podem ser resolvidas com exatos 20 movimentos. O restante, com menos.
"Levou 15 anos após a introdução do cubo para encontrar a primeira combinação que provavelmente requeria apenas 20 movimentos para ser solucionada", disseram os pesquisadores, no site em que os resultados foram divulgados.
"É apropriado que, 15 anos mais tarde, provemos que 20 movimentos são necessários para qualquer combinação."

Equação divina
Também conhecido como cubo de Rubik, o cubo mágico foi inventando em 1974 pelo arquiteto húngaro Erno Rubik.
Licenciado como brinquedo, o quebra-cabeças já vendeu desde então mais de 400 milhões de unidades no mundo, tornando-se um dos passatempos mais vendidos em escala global.
As equações para resolver os enigmas no menor número de movimentos são demasiado complexas para serem memorizadas por um mortal comum. Em geral, são necessários computadores e até supercomputadores.
Em competições internacionais, o recorde por resolver o cubo mágico 3 x 3 x 3 mais rapidamente - mas não necessariamente no menor número de movimentos - pertence ao estudante holandês Erik Akkersdijk, que encontrou uma solução em 7,8 segundos.
Já o "número de Deus" é assim chamado porque os pesquisadores assumem que um ser onisciente usaria este algoritmo para resolver o problema.
As pesquisas para definir o algoritmo da equação "divina" usaram um arsenal de capacidade informática providenciada pela gigante de tecnologia Google - que não divulga detalhes dos sistemas de computação oferecidos para a pesquisa, concluída em semanas.

Número de Deus
Os pesquisadores dividiram todas as possibilidades em 2,2 bilhões de grupos, cada um contendo 20 bilhões de posições.
Para facilitar a conta, eles eliminaram combinações duplicadas e usaram simetria para identificar outras combinações similares. Assim, o número de grupos de 20 bilhões de combinações caiu para 56 milhões.
Para processar todos os dados que a pesquisa requeria, seriam necessários 35 anos de trabalho de um computador normal, disse Davidson.
"Para mim, achar o 'número de Deus' é como um círculo", disse Davidson. "O cubo mágico é um clássico dos anos 1980, época em que eu cresci, e uma das razões por que entrei na matemática."
Ele disse que, agora, a equipe pode continuar estudando problemas matemáticos com o cubo mágico, talvez em sua versão 4 x 4 x 4.
"É a popularidade universal do quebra-cabeças", justificou. "É provavelmente o quebra-cabeças mais popular da história humana." [Fonte: Inovação Tecnológica]

Inteligência


Saiba o que define a inteligência de uma pessoa:

O que faz uma pessoa se mais inteligente que outra? Quais são os limites do cérebro? Dá para aumentar o oder da sua mente? Você vai ver as respostas para essas e outras questões nas próximas 20 páginas. E a viagem começa com a pergunta fundamental: o que é a inteligência?

Ganhar uma partida de xadrez, escrever um romance, compor uma sinfonia, convencer uma multidão, contar a piada perfeita. São coisas que vêm tão rápido à mente quando se fala de inteligência quanto a imagem de um relógio se movendo ao pensarmos no tempo. Mas experimente gastar um ou dois minutos refletindo sobre o que há de comum entre essas habilidades. De uma hora para outra, a idéia clara que se tem da inteligência começa a se dissipar. Quanto mais se pensa, mais parece não haver ligação direta entre raciocínio matemático, criação de personagens e melodias ou talento para persuasão e comédia. Refletir sobre a inteligência desse ponto de vista gera uma sensação semelhante à que temos ao ouvir a pergunta “O que é o tempo?” Antes da pergunta, sabemos exatamente o que é. Depois dela, não sabemos mais. Se quisermos entender o que é a inteligência, é preciso contornar esse tipo dificuldade. E uma boa estratégia para isso é ir direto à fonte: entender o cérebro.

Agora mesmo uma tempestade elétrica se alastra pelo 1,4 quilo de massa gelatinosa aí atrás da sua testa. É esse movimento caótico de sinais por uma rede de 100 bilhões de neurônios que produz seus pensamentos. Das profundezas desse órgão, surge o que chamamos de inteligência. Mas, se você pensa que o processador de informações mais avançado do Universo foi projetado de um jeito elegante, está enganado. O cérebro humano é uma obra feita nas coxas.

Uma obra que começou em vermes microscópicos, quando um punhado de células especializadas em enxergar se juntou numa das extremidades do bicho. Foi assim que surgiu o ancestral daquilo a que chamamos cabeça: um mero receptáculo de células nervosas responsáveis por captar luz e mover o animal. Com o tempo, essa massa de neurônios, e a complexidade com a qual eles se conectam, cresceu. E aconteceu um milagre. Animais que reagiam automaticamente a estímulos exteriores passaram a se comportar de um jeito mais complexo e imprevisível. Em vez de responder cegamente a qualquer estímulo, começaram a repetir apenas os movimentos mais eficazes na luta pela sobrevivência – por exemplo: em vez de caçar qualquer coisa que se mexesse, passaram a selecionar suas presas entre as mais nutritivas e fáceis de abater. Esse talento para identificar acertos é a origem daquilo que chamamos aprendizagem.

As vantagens que ela trouxe lançaram os seres vivos numa corrida em busca do maior e mais versátil cérebro. Mas os organismos que entraram na disputa enfrentaram um sério problema. Na evolução biológica, é impossível traçar um plano novo de construção de órgão do zero, pois herdamos as instruções básicas para a obra que estão nos genes dos nossos pais. O resultado disso é que o cérebro foi crescendo meio no improviso, com “puxadinhos” se amontoando a partir de uma estrutura básica. Essa é a verdadeira história do cérebro: uma sucessão de gambiarras bem-feitas. E nem precisamos ir longe para entender isso. Quem tenta se concentrar em fazer uma prova, mas ao mesmo tempo não consegue tirar os olhos da(o) mocinha(o) ao lado experimenta sentimentos e pensamentos tão pouco relacionados que aparentam ter sido juntados aleatoriamente uns com os outros. Foram mesmo. “Existe uma série imperfeita de conexões entre os sistemas cognitivos e emocionais”, afirma o neurocientista Joseph Le Doux. “Essa situação é parte do preço que pagamos por termos capacidades que ainda não foram plenamente integradas ao nosso cérebro.”

Quantas são essas capacidades e como elas se relacionam são questões centrais para definir o que é a inteligência, mas ninguém ainda tem uma resposta exata para elas. Se você está em busca de um meio objetivo de medir a inteligência, será obrigado a deixar o cérebro de lado e estudar uma área com mais de um século de tradição: a psicometria.

O tamanho da inteligência:

Paris, começo do século 20. O psicólogo Alfred Binet recebe uma tarefa do ministro da Educação da França: encontrar um meio de prever quais crianças vindas do interior do país teriam mais possibilidade de enfrentar dificuldades na escola – o governo queria oferecer educação especial a elas. Em 1905, ele publica um teste de raciocínio verbal e matemático, com questões que testam a memória e o potencial de resolver problemas de lógica. O objetivo de Binet era medir a capacidade de compreensão pura e simples, não o conhecimento prévio, colocando em pé de igualdade crianças que só sabiam capinar mato com as que recitavam Shakespeare. Pouco depois, o alemão Wilhelm Stern criou um sistema de pontuação-padrão para o teste e lhe deu o nome de Intelligenz-Quotient. Nascia o método mais-bem sucedido da história para medir a inteligência: o famoso teste de QI. E ele revolucionaria o que entendemos como inteligência. Até então a maior parte dos estudiosos entendia o nosso intelecto a partir do conceito da tabula rasa, – a idéia do filósofo John Locke de que a mente humana é uma folha em branco que vai sendo preenchida durante a vida. Com a adoção dos testes de QI, esse ponto de vista perdeu terreno – afinal, se uma criança semi-analfabeta podia apresentar um QI maior que uma instruída, essa história de folha em branco era uma furada. E a inteligência passou a ser considerada cada vez mais como algo inato, como um mero produto do que está escrito nos genes. “O fato de que a maior questão atual sobre inteligência é se o QI depende 50% ou 80% dos genes mostra o quanto o debate mudou”, afirma o geneticista Marc McGull.

Mas, afinal, como uma característica que parece depender tanto do aprendizado pode estar definida ainda antes do nascimento? Na verdade, logo ao nascer a relação entre o QI e nossos genes não é assim tão evidente. Apenas 20% da inteligência dos bebês pode ser prevista a partir de fatores genéticos (é o que mostra estudos com pais e filhos). Só que, quanto mais passa o tempo, mais aumenta o poder de previsão deles. Na infância, ele sobe para 40%. Na fase adulta, decola para 60%. E após a meia-idade pode chegar a 80%. Esses dados mostram que os genes responsáveis pela inteligência podem ser vistos como uma espécie de balde, e o aprendizado durante a vida como a água que enche o balde. Ter mais educação vai levar você mais rápido a encher o balde de água. Mas, caso ele seja muito raso, não vai adiantar jogar muita água lá. Ou seja: nem toda a educação do mundo poderá tornar realmente brilhante alguém que nasceu com a inteligência apagada. Só que esse efeito tem um lado positivo: se você tiver vocação genética para ser um físico quântico ou coisa que o valha, tem como conseguir isso mesmo sem ter tido uma instrução boa na infância. Mas até que ponto o QI pode mesmo determinar a capacidade da mente?

Mil e uma habilidades:

Alguns psicólogos acham que não, os testes de QI não dizem grande coisa. Uma importante ruptura veio com o livro Inteligência Emocional, do psicólogo Daniel Goleman. Ele ressaltou que habilidades como regular os próprios sentimentos, compreender emoções alheias, ser capaz de trabalhar em grupo e sentir empatia pelos outros eram completamente ignoradas nos testes de QI. O que não fazia sentido, já que essas habilidades deveriam fazer parte daquilo que chamamos de inteligência. Outra ofensiva veio do psicólogo Howard Gardner, autor da Teoria das Inteligências Múltiplas. Ele inspirou-se no modo como a neurociência vê o cérebro hoje: um conjunto de vários módulos distintos, ou “puxadinhos”, que evoluíram separadamente e hoje funcionam como processadores para funções específicas. Com isso em mente, Gardner concluiu que a inteligência não é um conceito único, indivisível, mas uma soma de várias habilidades – como raciocínio lógico-matemático, lingüístico, espacial, musical, intrapessoal, interpessoal, motor e naturalista (veja nas páginas anteriores o que é o quê).

Assim, a idéia de colocar um Stephen Hawking, um Ronaldinho Gaúcho e uma Hebe Camargo em pé de igualdade no quesito inteligência deixou de soar estranha. Pela teoria de Gardner, cada um deles pode ser considerado especialista em um tipo de habilidade (respectivamente, a lógico-matemática, a motora e a interpessoal). E por isso não daria para considerar qualquer um deles menos genial que o outro.

Talvez por parecer mais democrática que os testes de QI, a idéia de Gardner se tornou extremamente popular desde que foi publicada, em 1983. Tanto que hoje é senso comum achar que ela está certa, e que o quociente de inteligência tradicional ficou ultrapassado. Mas no meio acadêmico é diferente: a Teoria das Inteligências Múltiplas ainda é vista como um patinho feio e enfrenta muitas críticas. Principalmente porque nem Gardner nem ninguém sabe ao certo como medir cada uma dessas habilidades que formariam a inteligência. “Não fica claro se o conceito de inteligência de Gardner mede mais traços de personalidade e habilidades motoras que faculdades mentais de fato”, afirma Linda S. Gottfredson, professora de estudos educacionais da Universidade de Delaware.

Ela é um dos muitos entusiastas do fator “g” (de “inteligência geral”). Segundo essa teoria, baseada em estatísticas, a idéia de que várias habilidades cognitivas estejam disseminadas uniformemente pela população é falsa. Ou seja, não existem muitas pessoas excelentes em cálculo e ao mesmo tempo péssimas em redigir textos, ou com bom ouvido musical e pouca inteligência interpessoal. Se uma pessoa for boa em qualquer dessas habilidades, tende a ser boa também nas outras.

Essa essência da teoria do fator g, porém, não é nova. Ela está por trás da própria idéia do QI . Tudo bem que os testes não medem coisas como coordenação motora, mas é verdade que eles avaliam tipos diferentes de raciocínio (para entender melhor, faça um teste parecido a partir da página 76). E a pontuação final vai levar em conta o seu desempenho em todos eles. Além disso, dá para comparar milhares de resultados de épocas e lugares diferentes, o que dá uma bela base estatística se o ponto é saber qual é o tamanho da sua inteligência em relação à dos outros. Então, mesmo com suas limitações, os testes tradicionais continuam sendo quase unanimidade no meio científico. “Ninguém duvida de que eles não avaliam todos os aspectos importantes das funções mentais – não medem a criatividade ou a sabedoria, por exemplo. Mas o ponto é que isso não é o mesmo que afirmar que eles não servem para nada”, afirma o psicólogo Ian J. Deary.

Mesmo assim, a necessidade de expandir o conceito de inteligência para além das fronteiras dos testes de QI continua. Afinal, pouca gente duvida de que a criatividade, algo muito difícil de medir objetivamente, é um inegável sinal de inteligência. Diante dessa espécie de tilt dos testes mentais, o que dá para fazer? Com a palavra Howard Gardner: “Nós, psicólogos, não somos mais os donos da inteligência, se é que algum dia já fomos. O que significa ser inteligente é uma questão filosófica profunda, que exige base em biologia, física e matemática”. Ou seja, exige que voltemos ao lugar onde começamos essa história: para dentro do cérebro.

Inteligência = demência?

Para muitos neurologistas, a inteligência é só um sinal de que você tem um cérebro com a “fiação” bem conectada. Quanto mais saudável ele for, mais coisas extraordinárias vai fazer. Mas espere aí. Às vezes o que acontece é justamente o contrário. É o que mostra um experimento sem paralelo que acontece na Austrália: pesquisadores lançam pulsos eletromagnéticos no crânio de pessoas para desligar partes do cérebro e observar o que acontece com as capacidades cognitivas. E o resultado é espantoso: as cobaias humanas começam a desenhar melhor, ter memória mais rápida, mais habilidade musical ou um raciocínio numérico mais apurado. A questão é: se partes do cérebro estão sendo desligadas, por que a mente parece funcionar melhor, e não pior? Se está interessado em saber a resposta, basta virar esta página. Vai conhecer os cérebros mais fascinantes do planeta, verdadeiros telescópios para decifrar o que é a inteligência.

Manual do QI:

O quociente de inteligência é relativo: se você tira 100 num teste, significa que o seu está na média de todas as pessoas que fizeram a mesma prova. Mas cada teste usa uma escala diferente, então um QI de 142 em um pode significar 132 pontos em outro. A Mensa, uma “sociedade de gênios” em que só pode entrar quem tiver QI superior ao de 98% da população, costuma estipular 150 como QI de corte. Se você quiser entrar para um grupo desses e tiver bala na agulha, tem uma solução: viajar no tempo. A média nos testes aumenta 25 pontos a cada geração – o psicólogo americano James R. Flynn, que detectou o fenômeno, credita isso a melhorias na alimentação e na infra-estrutura básica nos últimos 100 anos. Isso significa que um sujeito normal de hoje teria QI de gênio nos anos 50. Tire o DeLorean da garagem!

[Fonte: Super Arquivo - Texto: Rodrigo Rezende]

A mente multiplicada:

A Teoria das Inteligências Múltiplas é um desafio à idéia de que o QI representa uma medida direta da inteligência. Segundo o psicólogo Howard Gardner, a nossa inteligência é o resultado de 8 processadores mentais diferentes dentro do cérebro, cada um deles responsável por uma habilidade:

Lógico-matemática:

É a habilidade de resolver problemas a partir da lógica, realizar operações matemáticas e investigar questões científicas. Bastante desenvolvida em cientistas.

Lingüística:

Sensibilidade para língua falada e escrita, capacidade para aprender línguas e de usar a lábia para alcançar os próprios objetivos. Encontrada em escritores, locutores e advogados.

Musical:

Semelhante à inteligência lingüística, só que relacionada a sons. É a habilidade de compor e apreciar padrões musicais. Bastante rica em compositores, cantores, dançarinos e maestros.

Espacial:

Habilidade de reconhecer e manipular padrões no espaço. É útil para quem trabalha com a coordenação motora e tem de compreender o mundo visual. Bem desenvolvida em arquitetos.

Físico-cinestésica:

É o tipo de inteligência usada para resolver problemas e executar movimentos complexos com o próprio corpo. Você a encontra em dançarinos, mímicos e esportistas.

Interpessoal:

É a capacidade de entender as intenções dos outros. Bastante necessária a quem coordena e executa trabalhos em grupo. É encontrada em vendedores, políticos, professores, clínicos e atores.

Intrapessoal:

É a habilidade de olhar para dentro de si mesmo e entender as próprias intenções, objetivos e emoções. Necessária para encontrar erros no próprio raciocínio. Presente em psicólogos, filósofos e cientistas.

Naturalista:

É a sensibilidade para perceber e organizar fenômenos e padrões da natureza, como a diferença entre plantas quase idênticas. Costuma ser encontrada em biólogos e membros de tribos indígenas.

Para saber mais:

A Inteligência – Um Conceito Reformulado - Howard Gardner, Objetiva, 1999.

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