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quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Viva o Dia dos (das) Professores (ras)


Sou Professor

Por: Jorge Schemes*

Sou professor;

Não vou para a escola só para ensinar, pois tenho muito que aprender também.

Sou professor;

Não sigo as mesmas técnicas didáticas e metodológicas, pois tudo está em constante transformação e mudança.

Sou professor;

Não vejo a unidade e a uniformidade em meus alunos e alunas, pois há uma grande riqueza de diversidades em sala de aula.

Sou professor;

Não compreendo o conhecimento de forma linear, pois na realidade ele é sistêmico e holístico.

Sou professor;

Não me vejo como sacerdote e não vejo o que faço como uma missão, pois minha atividade é extremamente profissional e técnica.

Sou professor;

Não tenho uma imagem desgastada e distorcida de mim mesmo, pois criei uma auto-imagem positiva e tenho orgulho de ser um profissional da educação.

Sou professor;

Não permito a manipulação ideológica do meu trabalho, pois consegui desenvolver pensamento reflexivo e crítico.

Sou professor;

Não permito piadas de depreciação ao que faço, pois acredito que a educação é o maior bem social.

Sou professor;

Não chamo os meus alunos pelo número da chamada e sim pelo seu nome, pois aprendi a respeitá-los como seres humanos.

Sou professor;

Não acredito em promessas eleitoreiras e discursos politiqueiros, pois aprendi a lutar pela valorização da educação e a reivindicar meus direitos como cidadão.

Sou professor;

Não me sinto humilhado ou diminuído pelo que faço, pois escolhi ser o que sou e tenho orgulho disso.

Sou professor;

Não busco apenas o aperfeiçoamento cognitivo e intelectual de meus alunos e alunas, pois acredito que o ser humano também é um ser moral e espiritual.

Sou professor;

Não me vejo como um mero transmissor de informações, pois no processo de construção do conhecimento sou um mediador.

Sou professor;

Não fico falando mal de meus alunos e colegas na sala dos professores, pois aprendi que para tornar o ambiente saudável é fundamental ser ético.

Sou professor;

Não parei de estudar quando me formei na faculdade, pois me considero um eterno estudante e pesquisador.

Sou professor;

Não saberia mais o que fazer na vida se não fosse professor, pois ser professor está no meu sangue, no meu cérebro, no meu coração e na minha alma!


* Bacharel em Teologia com Ênfase em Grego e Hebraico. Licenciado em Pedagogia com Habilitação em Séries Iniciais e Administração Escolar. Licenciado em Ciências da Religião com Habilitação em Ensino Religioso. Pós-Graduado em Interdisciplinaridade e Metodologia do Ensino Superior. Pós-Graduado em Psicopedagogia Clínica e Institucional. Atuação Profissional: Técnico Pedagógico na Gerência de Educação de Joinville - GERED. Professor de Filosofia da Educação; Empreendedorismo, Educação e Conjuntura Política e Projetos Educacionais e Corporativos na FGG (Faculdade Guilherme Guimbala - ACE - Associação Catarinense de Ensino). Professor de Religião no Instituto de Parapsicologia de Joinville. Professor de Ensino Religioso nas Escolas Públicas Municipais Saul Sant'Ana de Oliveira Dias e Karin Barkemeyer. Membro Conselheiro do COMEN e da CMAIDS (Conselho Municipal de Entorpecentes e Comissão Municipal de Prevenção e Controle de DST/AIDS). Membro da Aliança: "Por Um Mundo Sem Tabaco", do INCA (Instituto Nacional do Câncer). Autor do Livro: "O Que Você Precisa Saber e Fazer Para Deixar de Fumar" - Editora DPL. Escritor e Palestrante.

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Descoberto na órbita de Saturno o maior anel do sistema solar



Descoberto anel gigante de Saturno

No seu diâmetro cabem alinhados mil milhões de planetas do tamanho da Terra

O telescópio espacial Spitzer detectou na órbita de Saturno o maior anel do sistema solar, que se estende a 13 milhões de quilômetros de distância do planeta e está 50 vezes mais longe que os anéis mais conhecidos.

As imagens registradas pelo telescópio da Nasa (agência espacial americana) mostram um círculo de pó de dimensões nunca vistas até o momento e que poderia ter se formado, segundo os especialistas, a partir de restos desprendidos da lua de Saturno Febe após pequenos impactos, segundo publica hoje a revista científica "Nature".

Até agora, o maior anel deste planeta - e também do sistema solar - era o "E" (os anéis de Saturno estão classificados em ordem alfabética, segundo a ordem em que foram descobertos), que rodeia o planeta a uma distância de 240 mil quilômetros.

Uma das peculiaridades do anel recém descoberto é que conta com uma inclinação de 27 graus em relação ao plano no qual está o resto dos anéis, algo que levou os pesquisadores a pensarem que sua origem pode estar relacionada com a lua Febe, que também se inclina ao redor de Saturno. [Fonte: Yahoo Notícias/EFE]

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Inteligência


Saiba o que define a inteligência de uma pessoa:

O que faz uma pessoa se mais inteligente que outra? Quais são os limites do cérebro? Dá para aumentar o oder da sua mente? Você vai ver as respostas para essas e outras questões nas próximas 20 páginas. E a viagem começa com a pergunta fundamental: o que é a inteligência?

Ganhar uma partida de xadrez, escrever um romance, compor uma sinfonia, convencer uma multidão, contar a piada perfeita. São coisas que vêm tão rápido à mente quando se fala de inteligência quanto a imagem de um relógio se movendo ao pensarmos no tempo. Mas experimente gastar um ou dois minutos refletindo sobre o que há de comum entre essas habilidades. De uma hora para outra, a idéia clara que se tem da inteligência começa a se dissipar. Quanto mais se pensa, mais parece não haver ligação direta entre raciocínio matemático, criação de personagens e melodias ou talento para persuasão e comédia. Refletir sobre a inteligência desse ponto de vista gera uma sensação semelhante à que temos ao ouvir a pergunta “O que é o tempo?” Antes da pergunta, sabemos exatamente o que é. Depois dela, não sabemos mais. Se quisermos entender o que é a inteligência, é preciso contornar esse tipo dificuldade. E uma boa estratégia para isso é ir direto à fonte: entender o cérebro.

Agora mesmo uma tempestade elétrica se alastra pelo 1,4 quilo de massa gelatinosa aí atrás da sua testa. É esse movimento caótico de sinais por uma rede de 100 bilhões de neurônios que produz seus pensamentos. Das profundezas desse órgão, surge o que chamamos de inteligência. Mas, se você pensa que o processador de informações mais avançado do Universo foi projetado de um jeito elegante, está enganado. O cérebro humano é uma obra feita nas coxas.

Uma obra que começou em vermes microscópicos, quando um punhado de células especializadas em enxergar se juntou numa das extremidades do bicho. Foi assim que surgiu o ancestral daquilo a que chamamos cabeça: um mero receptáculo de células nervosas responsáveis por captar luz e mover o animal. Com o tempo, essa massa de neurônios, e a complexidade com a qual eles se conectam, cresceu. E aconteceu um milagre. Animais que reagiam automaticamente a estímulos exteriores passaram a se comportar de um jeito mais complexo e imprevisível. Em vez de responder cegamente a qualquer estímulo, começaram a repetir apenas os movimentos mais eficazes na luta pela sobrevivência – por exemplo: em vez de caçar qualquer coisa que se mexesse, passaram a selecionar suas presas entre as mais nutritivas e fáceis de abater. Esse talento para identificar acertos é a origem daquilo que chamamos aprendizagem.

As vantagens que ela trouxe lançaram os seres vivos numa corrida em busca do maior e mais versátil cérebro. Mas os organismos que entraram na disputa enfrentaram um sério problema. Na evolução biológica, é impossível traçar um plano novo de construção de órgão do zero, pois herdamos as instruções básicas para a obra que estão nos genes dos nossos pais. O resultado disso é que o cérebro foi crescendo meio no improviso, com “puxadinhos” se amontoando a partir de uma estrutura básica. Essa é a verdadeira história do cérebro: uma sucessão de gambiarras bem-feitas. E nem precisamos ir longe para entender isso. Quem tenta se concentrar em fazer uma prova, mas ao mesmo tempo não consegue tirar os olhos da(o) mocinha(o) ao lado experimenta sentimentos e pensamentos tão pouco relacionados que aparentam ter sido juntados aleatoriamente uns com os outros. Foram mesmo. “Existe uma série imperfeita de conexões entre os sistemas cognitivos e emocionais”, afirma o neurocientista Joseph Le Doux. “Essa situação é parte do preço que pagamos por termos capacidades que ainda não foram plenamente integradas ao nosso cérebro.”

Quantas são essas capacidades e como elas se relacionam são questões centrais para definir o que é a inteligência, mas ninguém ainda tem uma resposta exata para elas. Se você está em busca de um meio objetivo de medir a inteligência, será obrigado a deixar o cérebro de lado e estudar uma área com mais de um século de tradição: a psicometria.

O tamanho da inteligência:

Paris, começo do século 20. O psicólogo Alfred Binet recebe uma tarefa do ministro da Educação da França: encontrar um meio de prever quais crianças vindas do interior do país teriam mais possibilidade de enfrentar dificuldades na escola – o governo queria oferecer educação especial a elas. Em 1905, ele publica um teste de raciocínio verbal e matemático, com questões que testam a memória e o potencial de resolver problemas de lógica. O objetivo de Binet era medir a capacidade de compreensão pura e simples, não o conhecimento prévio, colocando em pé de igualdade crianças que só sabiam capinar mato com as que recitavam Shakespeare. Pouco depois, o alemão Wilhelm Stern criou um sistema de pontuação-padrão para o teste e lhe deu o nome de Intelligenz-Quotient. Nascia o método mais-bem sucedido da história para medir a inteligência: o famoso teste de QI. E ele revolucionaria o que entendemos como inteligência. Até então a maior parte dos estudiosos entendia o nosso intelecto a partir do conceito da tabula rasa, – a idéia do filósofo John Locke de que a mente humana é uma folha em branco que vai sendo preenchida durante a vida. Com a adoção dos testes de QI, esse ponto de vista perdeu terreno – afinal, se uma criança semi-analfabeta podia apresentar um QI maior que uma instruída, essa história de folha em branco era uma furada. E a inteligência passou a ser considerada cada vez mais como algo inato, como um mero produto do que está escrito nos genes. “O fato de que a maior questão atual sobre inteligência é se o QI depende 50% ou 80% dos genes mostra o quanto o debate mudou”, afirma o geneticista Marc McGull.

Mas, afinal, como uma característica que parece depender tanto do aprendizado pode estar definida ainda antes do nascimento? Na verdade, logo ao nascer a relação entre o QI e nossos genes não é assim tão evidente. Apenas 20% da inteligência dos bebês pode ser prevista a partir de fatores genéticos (é o que mostra estudos com pais e filhos). Só que, quanto mais passa o tempo, mais aumenta o poder de previsão deles. Na infância, ele sobe para 40%. Na fase adulta, decola para 60%. E após a meia-idade pode chegar a 80%. Esses dados mostram que os genes responsáveis pela inteligência podem ser vistos como uma espécie de balde, e o aprendizado durante a vida como a água que enche o balde. Ter mais educação vai levar você mais rápido a encher o balde de água. Mas, caso ele seja muito raso, não vai adiantar jogar muita água lá. Ou seja: nem toda a educação do mundo poderá tornar realmente brilhante alguém que nasceu com a inteligência apagada. Só que esse efeito tem um lado positivo: se você tiver vocação genética para ser um físico quântico ou coisa que o valha, tem como conseguir isso mesmo sem ter tido uma instrução boa na infância. Mas até que ponto o QI pode mesmo determinar a capacidade da mente?

Mil e uma habilidades:

Alguns psicólogos acham que não, os testes de QI não dizem grande coisa. Uma importante ruptura veio com o livro Inteligência Emocional, do psicólogo Daniel Goleman. Ele ressaltou que habilidades como regular os próprios sentimentos, compreender emoções alheias, ser capaz de trabalhar em grupo e sentir empatia pelos outros eram completamente ignoradas nos testes de QI. O que não fazia sentido, já que essas habilidades deveriam fazer parte daquilo que chamamos de inteligência. Outra ofensiva veio do psicólogo Howard Gardner, autor da Teoria das Inteligências Múltiplas. Ele inspirou-se no modo como a neurociência vê o cérebro hoje: um conjunto de vários módulos distintos, ou “puxadinhos”, que evoluíram separadamente e hoje funcionam como processadores para funções específicas. Com isso em mente, Gardner concluiu que a inteligência não é um conceito único, indivisível, mas uma soma de várias habilidades – como raciocínio lógico-matemático, lingüístico, espacial, musical, intrapessoal, interpessoal, motor e naturalista (veja nas páginas anteriores o que é o quê).

Assim, a idéia de colocar um Stephen Hawking, um Ronaldinho Gaúcho e uma Hebe Camargo em pé de igualdade no quesito inteligência deixou de soar estranha. Pela teoria de Gardner, cada um deles pode ser considerado especialista em um tipo de habilidade (respectivamente, a lógico-matemática, a motora e a interpessoal). E por isso não daria para considerar qualquer um deles menos genial que o outro.

Talvez por parecer mais democrática que os testes de QI, a idéia de Gardner se tornou extremamente popular desde que foi publicada, em 1983. Tanto que hoje é senso comum achar que ela está certa, e que o quociente de inteligência tradicional ficou ultrapassado. Mas no meio acadêmico é diferente: a Teoria das Inteligências Múltiplas ainda é vista como um patinho feio e enfrenta muitas críticas. Principalmente porque nem Gardner nem ninguém sabe ao certo como medir cada uma dessas habilidades que formariam a inteligência. “Não fica claro se o conceito de inteligência de Gardner mede mais traços de personalidade e habilidades motoras que faculdades mentais de fato”, afirma Linda S. Gottfredson, professora de estudos educacionais da Universidade de Delaware.

Ela é um dos muitos entusiastas do fator “g” (de “inteligência geral”). Segundo essa teoria, baseada em estatísticas, a idéia de que várias habilidades cognitivas estejam disseminadas uniformemente pela população é falsa. Ou seja, não existem muitas pessoas excelentes em cálculo e ao mesmo tempo péssimas em redigir textos, ou com bom ouvido musical e pouca inteligência interpessoal. Se uma pessoa for boa em qualquer dessas habilidades, tende a ser boa também nas outras.

Essa essência da teoria do fator g, porém, não é nova. Ela está por trás da própria idéia do QI . Tudo bem que os testes não medem coisas como coordenação motora, mas é verdade que eles avaliam tipos diferentes de raciocínio (para entender melhor, faça um teste parecido a partir da página 76). E a pontuação final vai levar em conta o seu desempenho em todos eles. Além disso, dá para comparar milhares de resultados de épocas e lugares diferentes, o que dá uma bela base estatística se o ponto é saber qual é o tamanho da sua inteligência em relação à dos outros. Então, mesmo com suas limitações, os testes tradicionais continuam sendo quase unanimidade no meio científico. “Ninguém duvida de que eles não avaliam todos os aspectos importantes das funções mentais – não medem a criatividade ou a sabedoria, por exemplo. Mas o ponto é que isso não é o mesmo que afirmar que eles não servem para nada”, afirma o psicólogo Ian J. Deary.

Mesmo assim, a necessidade de expandir o conceito de inteligência para além das fronteiras dos testes de QI continua. Afinal, pouca gente duvida de que a criatividade, algo muito difícil de medir objetivamente, é um inegável sinal de inteligência. Diante dessa espécie de tilt dos testes mentais, o que dá para fazer? Com a palavra Howard Gardner: “Nós, psicólogos, não somos mais os donos da inteligência, se é que algum dia já fomos. O que significa ser inteligente é uma questão filosófica profunda, que exige base em biologia, física e matemática”. Ou seja, exige que voltemos ao lugar onde começamos essa história: para dentro do cérebro.

Inteligência = demência?

Para muitos neurologistas, a inteligência é só um sinal de que você tem um cérebro com a “fiação” bem conectada. Quanto mais saudável ele for, mais coisas extraordinárias vai fazer. Mas espere aí. Às vezes o que acontece é justamente o contrário. É o que mostra um experimento sem paralelo que acontece na Austrália: pesquisadores lançam pulsos eletromagnéticos no crânio de pessoas para desligar partes do cérebro e observar o que acontece com as capacidades cognitivas. E o resultado é espantoso: as cobaias humanas começam a desenhar melhor, ter memória mais rápida, mais habilidade musical ou um raciocínio numérico mais apurado. A questão é: se partes do cérebro estão sendo desligadas, por que a mente parece funcionar melhor, e não pior? Se está interessado em saber a resposta, basta virar esta página. Vai conhecer os cérebros mais fascinantes do planeta, verdadeiros telescópios para decifrar o que é a inteligência.

Manual do QI:

O quociente de inteligência é relativo: se você tira 100 num teste, significa que o seu está na média de todas as pessoas que fizeram a mesma prova. Mas cada teste usa uma escala diferente, então um QI de 142 em um pode significar 132 pontos em outro. A Mensa, uma “sociedade de gênios” em que só pode entrar quem tiver QI superior ao de 98% da população, costuma estipular 150 como QI de corte. Se você quiser entrar para um grupo desses e tiver bala na agulha, tem uma solução: viajar no tempo. A média nos testes aumenta 25 pontos a cada geração – o psicólogo americano James R. Flynn, que detectou o fenômeno, credita isso a melhorias na alimentação e na infra-estrutura básica nos últimos 100 anos. Isso significa que um sujeito normal de hoje teria QI de gênio nos anos 50. Tire o DeLorean da garagem!

[Fonte: Super Arquivo - Texto: Rodrigo Rezende]

A mente multiplicada:

A Teoria das Inteligências Múltiplas é um desafio à idéia de que o QI representa uma medida direta da inteligência. Segundo o psicólogo Howard Gardner, a nossa inteligência é o resultado de 8 processadores mentais diferentes dentro do cérebro, cada um deles responsável por uma habilidade:

Lógico-matemática:

É a habilidade de resolver problemas a partir da lógica, realizar operações matemáticas e investigar questões científicas. Bastante desenvolvida em cientistas.

Lingüística:

Sensibilidade para língua falada e escrita, capacidade para aprender línguas e de usar a lábia para alcançar os próprios objetivos. Encontrada em escritores, locutores e advogados.

Musical:

Semelhante à inteligência lingüística, só que relacionada a sons. É a habilidade de compor e apreciar padrões musicais. Bastante rica em compositores, cantores, dançarinos e maestros.

Espacial:

Habilidade de reconhecer e manipular padrões no espaço. É útil para quem trabalha com a coordenação motora e tem de compreender o mundo visual. Bem desenvolvida em arquitetos.

Físico-cinestésica:

É o tipo de inteligência usada para resolver problemas e executar movimentos complexos com o próprio corpo. Você a encontra em dançarinos, mímicos e esportistas.

Interpessoal:

É a capacidade de entender as intenções dos outros. Bastante necessária a quem coordena e executa trabalhos em grupo. É encontrada em vendedores, políticos, professores, clínicos e atores.

Intrapessoal:

É a habilidade de olhar para dentro de si mesmo e entender as próprias intenções, objetivos e emoções. Necessária para encontrar erros no próprio raciocínio. Presente em psicólogos, filósofos e cientistas.

Naturalista:

É a sensibilidade para perceber e organizar fenômenos e padrões da natureza, como a diferença entre plantas quase idênticas. Costuma ser encontrada em biólogos e membros de tribos indígenas.

Para saber mais:

A Inteligência – Um Conceito Reformulado - Howard Gardner, Objetiva, 1999.

Documento Referência - CONAE 2010

Clique na imagem para acessar!

Teste o Seu Potencial de Inteligência



1º TESTE:

Foi descoberto que o nosso cérebro tem um Bug. Aqui vai um pequeno exercício de cálculo mental !!!! Este cálculo deve fazer-se mentalmente (e rapidamente), sem utilizar calculadora nem papel e caneta!!! Seja honesto... faça cálculos mentais...

Tens 1000, acrescenta-lhe 40. Acrescenta mais 1000. Acrescenta mais 30 e novamente 1000. Acrescenta 20.. Acrescenta 1000 e ainda 10. Qual é total?

(resposta abaixo)
O teu resultado = 5000

A resposta certa e 4100 !!!!

Se não acreditar, verifique com a calculadora. O que acontece e que a sequencia decimal confunde o nosso cérebro, que salta naturalmente para a mais alta decimal (centenas em vez de dezenas).

2ºTESTE:

Rápido e impressionante: conte, quantas letras 'F' tem no texto abaixo sem usar o mouse:

FINISHEDFILES ARE THE RESULT OF YEARS OF SCIENTIFIC STUDY COMBINED WITH THE EXPERIENCE OF YEARS

Contou?Somente leia abaixo depois de ter contado os 'F'.

OK?

Quantos???3??? Talvez 4???

Errado,são 6 (seis) - não é piada! Volte para cima e leia mais uma vez! A explicação está mais abaixo

O cérebro não consegue processar a palavra 'OF'.

Loucura,não?
Quem conta todos os 6 'F' na primeira vez é um 'gênio', 3 é normal, 4 é mais raro, 5 mais ainda, e 6 quase ninguém.


3ºTESTE: Sou Diferente? Faça o teste.


Alguma vez já se perguntaram se somos mesmo diferentes ou se pensamos a mesma coisa? Faça am este exercício de reflexão e encontrem a resposta!!! Siga as instruções e responda as perguntas uma de cada vez MENTALMENTE e tão rápido quanto possível mas não siga adiante antes de ter respondido a anterior. E se surpreendam com a resposta!!!

Agora,responda uma de cada vez:

Quanto é: 15+6

...21...

3+56

...59...

89+2

...91...

12+53
...65...

75+26

...101...


25+52

...77...


63+32

...95....

Sim,os cálculos mentais são difíceis mas agora vem o verdadeiro teste. Seja persistente e siga adiante.

123+5

...128...

RáPIDO!PENSE EM UMA FERRAMENTA E UMA COR!

E siga adiante...

Mais um pouco...

Um pouco mais...

Pensou em um martelo vermelho, não é verdade??? Se não, você faz parte de 2% da população que é suficientemente diferente para pensar em outra coisa. 98% da população responde martelo vermelho quando resolve este exercício. Seja qual for a explicação para isso, mandem para seus amigos para que vejam se são normais ou não!!


Onosso cérebro é doido !!!

Deaorcdo com uma peqsiusa de umauinrvesriddae ignlsea, nãoipomtra em qaul odrem as Lterasde uma plravaa etãso, aúncia csioa iprotmatne é que a piremria e útmlia Lteras etejasm nolgaur crteo. O rseto pdoe ser umabçguana ttaol, que vcoê anidapdoe ler sem pobrlmea. Itso époqrue nós não lmeos cdaaLtera isladoa, mas a plravaa cmooum tdoo.

Sohwde bloa.


Fixe seus olhos no texto abaixo e deixe que a sua mente leia corretamente o que está escrito.

35T3P3QU3N0 T3XTO 53RV3 4P3N45 P4R4 M05TR4R COMO NO554 C4B3Ç4 CONS3GU3 F4Z3R CO1545 1MPR3551ON4ANT35! R3P4R3 N155O! NO COM3ÇO 35T4V4 M310 COMPL1C4DO, M45 N3ST4 L1NH4 SU4 M3NT3 V41 D3C1FR4NDO O
CÓD1GO QU453 4UTOM4T1C4M3NT3, S3M PR3C1S4R P3N54R MU1TO, C3RTO? POD3 F1C4R B3M ORGULHO5O D155O! SU4 C4P4C1D4D3 M3R3C3! P4R4BÉN5!

Reino Unido usa 'Simpsons' para combater obesidade

Reino Unido usa 'Simpsons' para combater obesidade

Campanha de quase 700 mil euros recorre à famosa série para dar exemplo às famílias britânicas.

O Governo britânico vai recorrer aos personagens dos Simpsons para combater o problema da obesidade no país. A partir de hoje e até ao dia de Natal, antes da exibição de cada episódio no Channel 4 da televisão britânica, os fãs da famosa série norte-americana vão ver personagens que recriam a conhecida cena dos Simpsons em que Homer, Marge, Bart, Lisa e Maggie se sentam no sofá em frente à televisão. E, a pouco e pouco, as comidas gordurosas serão substituídas por alimentos saudáveis, como frutas e legumes.

A iniciativa do Governo britânico insere-se no programa de saúde Change4Life e representa um investimento publicitário de 699,5 mil euros. "Os Simpsons são muito queridos, transmitem a ideia de uma família unida que enfrenta os desafios do dia-a-dia normais de uma família moderna. Permitem, de uma forma popular, fazer passar a mensagem às famílias de que é possível, através de pequenos gestos, melhorar a sua dieta e o seu estilo de vida", explicou ontem Gillian Merron, ministra da Saúde Pública britânica.

No fundo, a ideia é mostrar que se a divertida família consegue alterar os seus hábitos alimentares, então as famílias britânicas também são capazes. Até porque qualquer fã sabe que o Homer Simpson sem uma cerveja por perto não é o Homer Simpson. Ou que são raros os episódios em que Bart não aparece a comer um hambúrguer ou um donut.

Esta campanha publicitária, da responsabilidade da M&C Saatchi's, foi desenvolvida em parceria com a Aardman Animations, responsáveis pelas personagens. [Fonte: DnSapo]

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quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Dia Internacional do Idoso - 1º de Outubro


Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que a população de idosos no Brasil vem aumentando. Em 2008, havia mais de 21 milhões de pessoas com mais de 60 anos de idade, aproximadamente 2 milhões a mais do que no ano anterior.

Hoje (1º de outubro) é comemorado o Dia Internacional do Idoso. A data foi instituída com a intenção de mostrar a importância e as dificuldades que essas pessoas enfrentam rotineiramente. Problemas como falta de meios de transporte adequados e o precário atendimento hospitalar na saúde pública são as principais queixas de quem chegou à terceira idade.


Acesse o Estatuto do Idoso - Clique Aqui

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