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terça-feira, 18 de outubro de 2011

Menores de 2 anos não devem assistir televisão; diz pesquisa

Ver televisão ou vídeos não é aconselhável para crianças menores de dois anos. Pesquisas mostram que a prática pode afetar seu desenvolvimento, afirmou nesta terça-feira um grupo de pediatras americanos.
Em vez de permitir que as crianças vejam vídeos ou televisão, os pais deveriam falar com elas e estimulá-las para que brinquem de forma independente, afirma a primeira diretriz divulgada em mais de uma década pela Academia Americana de Pediatria (AAP, em inglês).
O Conselho segue a linha da recomendação emitida em 1999 pela maior associação americana de pediatras, mas esta publicação também adverte os pais sobre como seus próprios hábitos televisivos podem retardar a capacidade de falar com seus filhos.
"Essa diretiva atualizada traz mais evidências de que os meios de comunicação - tanto em primeiro como em segundo plano - têm um efeito potencialmente negativo e nenhum efeito positivo conhecido para as crianças menores de dois anos", sustentou. "Portanto, a AAP reafirma suas recomendações de desaconselhar o uso de meios deste tipo nesta faixa etária", acrescentou.
Essa última diretiva não se refere a jogos interativos como os videogames, smartphones e outros dispositivos, mas sim a meios de comunicação cujo consumo através de qualquer tipo de tela seja passivo, como o telefone, o computador, a televisão e outros.
O pediatra Ari Brown explicou que esta atualização era necessária devido ao aumento dos lançamentos de DVD segmentados para crianças menores de 2 anos e pelo fato de quase 90% dos pais reconhecerem que seus filhos veem algum tipo de meio de comunicação eletrônico.
A AAP convocou os pediatras a abordar o tema do uso da tecnologia com os novos pais e afirmou que qualquer adulto deve estar consciente do quanto está distraído quando a televisão está ligada.
Os estudos citados na diretiva indicam que os pais interagem menos com seus filhos quando a televisão está em funcionamento e que uma criança que brinca em frente à televisão olhará o aparelho - se ele estiver ligado, inclusive como som de fundo - três vezes por minuto.
"Há alguma evidência científica que mostra que quanto menos tempo se dedica a uma criança, mais pobre é sua linguagem". Nem mesmo os chamados vídeos educativos estão beneficiando as crianças menores de dois anos, já que elas são muito pequenas para entender as imagens na tela, disse a AAP.
"As propriedades educativas dos meios de comunicação para crianças menores de dois anos continuam sem ser demonstradas, apesar do fato de três quartos dos produtos audiovisuais infantis mais vendidos terem reivindicações educativas implícitas ou explícitas", acrescentou.
"Um espaço de brincadeiras livre é mais valioso para o desenvolvimento cerebral do que qualquer exposição a meios de comunicação eletrônicos", concluiu a Academia Americana de Pediatria. [Fonte: Terra]

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Cientistas avançam nas pesquisas de projeção de imagens da mente


Em um estudo publicado na última quinta-feira, cientistas revelaram novos resultados poderão ajudar pessoas com dificuldades de comunicação física. Utilizando um computador e um scanner, eles conseguiram decodificar e reconstruir imagens produzidas pela mente de três indivíduos de um filme visto anteriormente.


A técnica, que é composta de imagens por ressonância magnética e padrões de informática, ainda se limita a reconstruir partes de filmes vistos pelos voluntários da experiência. Ainda assim, os avanços no método podem ser o início de uma tecnologia que consiga ler imagens diretamente do cérebro, como flashes de memória e sonhos, destacaram os pesquisadores da Universidade da Califórnia em Berkeley.
Segundo um dos autores do estudo, Jack Gallant, esse está sendo um passo importante para a efetiva reconstrução de imagens do cérebro, onde é aberta uma janela ao que é projetado pela mente.
A tecnologia também prevê resultados na pesquisa de compreensão da mente de vítimas de ataques cerebrais, pessoas em coma ou de vítimas de doenças neurodegenerativas incapazes de se comunicar.
O estudo também pode abrir caminho para a criação de um mecanismo capaz de se comunicar com o cérebro, o que permitiria que as pessoas comandassem instrumentos apenas com a mente, mesmo sem capacidade motora, como explicou o professor Gallant à revista americana "Current Biology".[Fonte: SRZD]

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Pesquisa: corrente elétrica no cérebro acelera aprendizado


Estimular eletricamente o cérebro pode ajudar a aumentar a velocidade do aprendizado, segundo especialistas britânicos. Eles dizem que aplicar uma corrente elétrica de baixa intensidade em uma parte específica do cérebro pode aumentar sua atividade, tornando o aprendizado mais fácil.
Os pesquisadores, da University of Oxford, na Inglatarra, estudaram cérebros de pacientes que sofreram derrames e de adultos saudáveis. Os resultados da pesquisa foram apresentados durante o British Science Festival, na cidade inglesa de Bradford.
A equipe, liderada pela professora Heidi Johansen-Berg, usou uma tecnologia conhecida como ressonância magnética funcional para monitorar a atividade nos cérebros de pacientes que sofreram derrames enquanto tentavam recuperar sua capacidade motora, perdida como resultado da doença.
Uma das principais revelações do estudo foi a de que o cérebro é muito flexível e pode se reestruturar, desenvolvendo novas conexões e alocando tarefas para áreas diferentes quando ocorre algum problema ou quando uma tarefa nova é realizada.
Como parte do estudo, os especialistas também investigaram a possibilidade de usar estimulação elétrica não invasiva do cérebro para melhorar o processo de recuperação da capacidade motora. Melhorias a curto prazo já haviam sido constatadas em pacientes que tinham sofrido derrames. Mas um resultado inesperado foi verificado quando os mesmos estímulos foram feitos nos cérebros de adultos saudáveis: a velocidade de aprendizado desses indivíduos também aumentou consideravelmente.


Aumento de atividade
Para observar esse efeito, a equipe criou um experimento em que voluntários memorizavam uma sequência de botões para apertar, "como se aprendessem a tocar uma melodia no piano". Enquanto faziam isso, recebiam, por meio de dois eletrodos colocados em pontos específicos de suas cabeças, estímulos por corrente transcraniana.
Uma corrente de intensidade muito pequena foi passada entre os eletrodos formando um arco que passava dentro do cérebro e, dependendo da direção da corrente, ela aumentava ou diminuía a atividade naquela parte do cérebro. Johansen-Berg explicou que "um aumento na atividade das células do cérebro as torna mais suscetíveis ao tipo de mudança que ocorre durante o aprendizado".
O s resultados do experimento que envolvia apertar os botões em sequência demonstraram os efeitos positivos, em termos do aprendizado, de apenas dez minutos de estímulos ao cérebro, em comparação a um experimento "placebo" no qual não houve estímulo elétrico. "Os estímulos não melhoraram o desempenho máximo do participante, mas a velocidade com a qual ele alcançava seu ponto de desempenho máximo foi aumentada significativamente", disse Johansen-Berg.
Direcionar o estímulo à área do cérebro que controla a atividade motora permite que tarefas envolvendo movimentos sejam aprendidas mais rápido, e os pesquisadores acreditam que a técnica possa ser usada para auxiliar o treinamento de atletas. Os experimentos demonstram explicitamente que estimular o córtex motor do cérebro pode aumentar a velocidade do aprendizado de funções motoras.
Os pesquisadores dizem ter esperanças de que o mesmo método possa ser aplicado a outras partes do cérebro para melhorar o aprendizado na educação, simplesmente posicionando-se os eletrodos em locais diferentes de forma que a corrente possa ser direcionada à área correta. Em função da relativa simplicidade, baixo custo (cerca de US$ 3 mil por unidade) e portabilidade da tecnologia, a equipe acha possível que - após mais pesquisas - aparelhos sejam criados especificamente para uso em casa.
No futuro, Johansen-Berg e sua equipe pretendem investigar as possibilidades de se aumentar o efeito da técnica por meio de estímulos diários durante períodos de algumas semanas ou meses. No tratamento de pacientes que sofreram derrames, a técnica poderia ser usada em associação com tratamentos atuais de fisioterapia para melhorar o quadro geral da recuperação dos pacientes, que tende a variar bastante.[Fonte: Terra]

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Perguntas sobre Você...


Por que...

I
Por que este espaço etéreo e difuso da tua presença tão ausente?
Por que esta ânsia e desejo devorado pelo espaço e pelo tempo sempre urgente?
Por que este sentimento tão intenso derramado como sangue inocente pelo infinito que se oculta na realidade deste momento?
Por que este sonho sempre revelado e utópico inserido e gravado em meu pensamento?

II
Por que esta penumbra líquida e evaporada erigida diante de mim constantemente?
Por que esta metamorfose tão constante e permanente em minha mente?
Por que esta aura das tuas formas a vagar pelo teu sorriso impresso em meu olhar?
Por que este teu hálito tão doce que me invade a alma sem parar?

III
Por que esta existência com tantos significados ao teu lado sempre metafísico?
Por que este arco em cores e em preto e branco de um significado tão psíquico?
Por que este futuro tão presente incorporado em nossos pequenos instantes?
Por que esta alma de vida que flui em jatos infrequentes, inconstantes?

IV
Por que esta trajetória de cometas de felicidade em nosso Universo?
Por que dizer simplesmente que é você em cada verso?
Porque te vejo assim, te espero assim, te desejo assim?
Neste sentimento limpo de escórias e que parece não ter fim!

[Jorge Schemes]



segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Gatos que brilham vão ajudar nas pesquisas sobre a Aids


Pesquisadores da Clínica Mayo, nos EUA, criaram gatos que brilham para ajudar nas pesquisas sobre a Aids. Os animais transgênicos receberam simultaneamente genes que os tornam fosforescentes e que os permite fabricar uma versão de uma proteína chamada TRIMCyp que protege humanos e macacos da infecção pelo vírus da imunodeficiência felina (FIV). Com isso, os gatos também ficaram imunes ao FIV, que tem ação similar ao HIV. Esta foi ainda a primeira vez que uma manipulação genética do tipo foi bem sucedida com mamíferos carnívoros.
A TRIMCyp é uma proteína de uma grupo conhecido como “fatores de restrição”, que os cientistas acreditam ajudar a defender os mamíferos da invasão por vírus. O problema é que tanto humanos quanto felinos não produzem naturalmente fatores de proteção contra seus respectivos vírus da imunodeficiência, o que levou ao aparecimento de uma epidemia da doença nas duas espécies. A ideia dos pesquisadores é, tendo os gatos como modelo, imitar os mecanismos evolutivos que levam ao surgimento destes fatores específicos na busca por novas maneiras de combater a Aids.
"Uma das melhores coisas sobre essa pesquisa é que ela visa beneficiar tanto a saúde humana quanto a felina, ajudando tanto gatos quanto pessoas", diz Eric Poeschla, biólogo molecular da Clínica Mayo e líder da equipe de pesquisadores responsável pelo estudo, publicado na edição desta semana da revista Nature Methods.
Assim como o HIV, o FIV é um vírus da família dos lentivírus que destrói as chamadas células T, que atuam na linha de frente da luta do organismo contra infecções. Além de ficarem imunes ao FIV, os gatos que receberam os genes para fabricar a proteína TRIMCyp e para ficarem fosforescentes podem repassá-los a sua prole, criando toda uma linhagem de animais protegida da doença.

"Uma das grandes vantagens disso é a eficiência nas pesquisas. Quase toda a prole é transgênica e assim não precisamos analisar centenas de animais para encontrar quais são os efeticamente transgênicos", destacou Poeschla.[Fonte: Pernanbuco.com]

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

TEORIA DAS JANELAS PARTIDAS

Artigo baseado no livro “Broken Windows” by James Q. Wilson and George L. Kelling:
Em 1969, na Universidade de Stanford (EUA), o Prof. Phillip Zimbardo realizou uma experiência de psicologia social. Deixou duas viaturas abandonadas na via pública, duas viaturas idênticas, da mesma marca, modelo e até cor. Uma deixou em Bronx, na altura de uma zona pobre e conflituosa de Nova York e a outra em Palo Alto, uma zona rica e tranquila da Califórnia. Duas viaturas idênticas abandonadas, dois bairros com populações muito diferentes e uma equipe de especialistas em Psicologia Social estudando as condutas das pessoas em cada sítio.

Resultou que a viatura abandonada em Bronx começou a ser vandalizada em poucas horas. Perdeu as rodas, o motor, os espelhos, o rádio, etc. Levaram tudo o que fosse aproveitável e aquilo que não puderam levar, destruíram. Contrariamente, a viatura abandonada em Palo Alto manteve-se intacta.

É comum atribuir à pobreza as causas de delito. Atribuição em que coincidem as posições ideológicas mais conservadoras, (da direita e esquerda). Contudo, a experiência em questão não terminou aí, quando a viatura abandonada em Bronx já estava desfeita e a de Palo Alto estava há uma semana impecável, os investigadores partiram um vidro do automóvel de Palo Alto.

O resultado foi que se desencadeou o mesmo processo que o de Bronx, e o roubo, a violência e o vandalismo reduziram o veículo ao mesmo estado que o do bairro pobre. Por que que o vidro partido na viatura abandonada num bairro supostamente seguro, é capaz de disparar todo um processo delituoso? Não se trata de pobreza. Evidentemente é algo que tem que ver com a psicologia humana e com as relações sociais.

Um vidro partido numa viatura abandonada transmite uma ideia de deterioração, de desinteresse, de despreocupação que vai quebrar os códigos de convivência, como de ausência de lei, de normas, de regras, como que vale tudo. Cada novo ataque que a viatura sofre reafirma e multiplica essa ideia, até que a escalada de atos cada vez piores, se torna incontrolável, desembocando numa violência irracional.

Em experiências posteriores (James Q. Wilson e George Kelling), desenvolveram a ‘Teoria das Janelas Partidas’, a mesma que de um ponto de vista criminalístico, conclui que o delito é maior nas zonas onde o descuido, a sujidade, a desordem e o maltrato são maiores. Se se parte um vidro de uma janela de um edifício e ninguém o repara, muito rapidamente estarão partidos todos os demais. Se uma comunidade exibe sinais de deterioração e isto parece não importar a ninguém, então ali se gerará o delito.

Se se cometem ‘pequenas faltas’ (estacionar em lugar proibido, exceder o limite de velocidade ou passar um semáforo vermelho) e as mesmas não são sancionadas, então começam as faltas maiores e logo delitos cada vez mais graves. Se se permitem atitudes violentas como algo normal no desenvolvimento das crianças, o padrão de desenvolvimento será de maior violência quando estas pessoas forem adultas.

Se os parques e outros espaços públicos deteriorados são progressivamente abandonados pela maioria das pessoas (que deixa de sair das suas casas por temor a criminalidade), estes mesmos espaços abandonados pelas pessoas são progressivamente ocupados pelos delinquentes.

A Teoria das Janelas Partidas foi aplicada pela primeira vez em meados da década de 80 no metrô de Nova York, o qual se havia convertido no ponto mais perigoso da cidade. Começou-se por combater as pequenas transgressões: graffitis deteriorando o lugar, sujidade das estacões, ebriedade entre o público, evasões ao pagamento de passagem, pequenos roubos e desordens. Os resultados foram evidentes. Começando pelo pequeno conseguiu-se fazer do metrô um lugar seguro.

Posteriormente, em 1994, Rudolph Giuliani, prefeito de Nova York, baseado na Teoria das Janelas Partidas e na experiência do metrô, impulsionou uma política de ‘Tolerância Zero’. A estratégia consistia em criar comunidades limpas e ordenadas, não permitindo transgressões à Lei e às normas de convivência urbana. O resultado prático foi uma enorme redução de todos os índices criminais da cidade de Nova York.

A expressão ‘Tolerância Zero’ soa como uma espécie de solução autoritária e repressiva, mas o seu conceito principal é muito mais a prevenção e promoção de condições sociais de segurança. Não se trata de linchar o delinquente, nem da prepotência da polícia, de fato, a respeito dos abusos de autoridade deve também aplicar-se a tolerância zero.

Não é tolerância zero em relação à pessoa que comete o delito, mas tolerância zero em relação ao próprio delito. Trata-se de criar comunidades limpas, ordenadas, respeitosas da lei e dos códigos básicos da convivência social humana.

terça-feira, 5 de julho de 2011

Princípios de sucesso nas relações interpessoais e na liderança!

Como fazer amigos & Influenciar Pessoas (Escrito em 1937) Dale Carnegie:
1 – Técnicas Fundamentais para Lidar com as Pessoas:
Principio 1 – Não critique, não condene, não se queixe;

Principio 2 – Aprecie honesta e sinceramente;

Principio 3 – Desperte veemente desejo na outra pessoa.

2 – Seis maneiras de fazer as pessoas gostarem de você:

Principio 1 – Torne-se verdadeiramente interessado na outra pessoa;

Principio 2 – Sorria;

Principio 3 – Lembre-se de que o nome de uma pessoa é, para ela, o som mais doce e mais importante que existe em qualquer idioma;
Principio 4 – Seja um bom ouvinte. Incite os outros a falar sobre eles mesmos.
Principio 5 – Fale de coisas que interessem à outra pessoa;
Principio 6 – Faça a outra pessoa sentir-se importante, e faça-o com sinceridade;
3 – Como conquistar as pessoas a pensarem do seu modo:
Principio 1 – A única maneira de ganhar uma discussão é evitando-a;
Principio 2 – Respeite a opinião dos outros. Nunca diga: “Você está enganado”;
Principio 3 – Se está enganado, reconheça o seu erro rápida e energicamente;
Principio 4 – Comece de uma maneira amistosa;
Principio 5 – Consiga que a outra pessoa diga “sim, sim”, imediatamente;
Principio 6 – Deixe a outra pessoa falar durante a maior parte da conversa;
Principio 7 – Deixe que a outra pessoa pense que a idéia é dela;
Principio 8 – Procure honestamente ver as coisas sob o ponto de vista da outra pessoa;
Principio 9 – Seja simpático às idéias e anseios da outra pessoa;
Principio 10 – Apele para os mais nobres motivos;
Principio 11 – Dramatize as suas idéias;
Principio 12 – Lance um desafio.
4 – Seja um líder:
Principio 1 – Comece por um elogio e por uma apreciação sincera;
Principio 2 – Chame a atenção para os erros das outras pessoas de uma maneira indireta;
Principio 3 – Fale sobre os seus erros antes de criticar os das outras pessoas;
Principio 4 – Faça perguntas em vez de dar ordens diretas;
Principio 5 – Permita que a outra pessoa salve seu próprio prestígio;
Principio 6 – Elogie o menor progresso e elogie todo progresso. Seja “sincero na sua apreciação e pródigo no seu elogio”;
Principio 7 – Proporcione à outra pessoa uma boa reputação para ela zelar;
Principio 8 – Empregue o incentivo.Torne as faltas fáceis de corrigir;

Principio 9 – Faça a outra pessoa sentir-se feliz realizando aquilo que você sugere.

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Cientista prevê a 'cura' do envelhecimento

Se as previsões de Aubrey de Grey estiverem certas, a primeira pessoa a comemorar seu aniversário de 150 anos já nasceu. E a primeira pessoa a viver até os mil anos pode demorar menos de 20 anos para nascer.
Biomédico gerontologista e cientista-chefe de uma fundação dedicada a pesquisas da longevidade, De Grey calcula que, ainda durante a sua vida, os médicos poderão ter à mão todas as ferramentas necessárias para "curar" o envelhecimento -- extirpando as doenças decorrentes da idade e prolongando a vida indefinidamente.
"Eu diria que temos uma chance de 50 por cento de colocar o envelhecimento sob aquilo que eu chamaria de nível decisivo de controle médico dentro de mais ou menos 25 anos", disse De Grey numa entrevista antes de proferir uma palestra no Britain's Royal Institution, uma academia britânica de ciências.
"E por 'decisivo' quero dizer o mesmo tipo de controle médico que temos sobre a maioria das doenças infecciosas hoje", acrescentou.
De Grey antevê uma época em que as pessoas irão ao médico para uma "manutenção" regular, o que incluiria terapias genéticas, terapias com células-tronco, estimulação imunológica e várias outras técnicas avançadas.
Ele descreve o envelhecimento como o acúmulo de vários danos moleculares e celulares no organismo. "A ideia é adotar o que se poderia chamar de geriatria preventiva, em que você vai regularmente reparar o danos molecular e celular antes que ele chegue ao nível de abundância que é patogênico", explicou o cientista, cofundador da Fundação Sens (sigla de "Estratégias para a Senilitude Programada Desprezível"), com sede na Califórnia.
Não se sabe exatamente como a expectativa de vida vai se comportar no futuro, mas a tendência é clara. Atualmente, ela cresce aproximadamente três meses por ano, e especialistas preveem que haverá um milhão de pessoas centenárias no mundo até 2030.
Só no Japão já há mais de 44 mil centenários, e a pessoa mais longeva já registrada no mundo foi até os 122 anos.
Mas alguns pesquisadores argumentam que a epidemia de obesidade, espalhando-se agora dos países desenvolvidos para o mundo em desenvolvimento, poderá afetar a tendência de longevidade.
As ideias de De Grey podem parecer ambiciosas demais, mas em 2005 o MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts) ofereceu um prêmio de 20 mil dólares para qualquer biólogo molecular que provasse que as teorias da Fundação Sens são "tão erradas que nem são dignas de um debate bem informado". Ninguém levou a bolada.
O prêmio foi instituído depois que um grupo de nove cientistas influentes atacou as teorias de Grey, qualificando-as de "pseudociência". Os jurados concluíram que o rótulo não era justo, e argumentaram que o Sens "existe em um meio termo de ideias ainda não testadas que algumas pessoas podem considerar intrigantes, mas das quais outras estão livres para duvidar."[Fonte: Yahoo]

 

quinta-feira, 14 de abril de 2011

O Sucesso não Ocorre por Acaso - Auto-Retrato: Paulo Blikstein

Aos 35 anos, o engenheiro Paulo Blikstein acaba de conquistar algo inédito para um brasileiro: ser o primeiro colocado de sua área em cinco dos mais cobiçados concursos para professor do mundo, entre eles os das universidades de Harvard, Stanford e Berkeley. Formado pela Universidade de São Paulo, Blikstein é especialista em tecnologia aplicada à educação. Dos Estados Unidos, onde mora há oito anos, ele falou à repórter Camila Pereira.


Como o senhor conseguiu se destacar de seus colegas nos concursos?

Estudo quinze horas por dia há pelo menos dez anos e publiquei 25 artigos em revistas científicas, o que foi decisivo. Também investi muito tempo durante o processo de seleção. Ensaiei dois meses em frente a platéias de amigos para preparar o que diria aos avaliadores. Não sou um gênio. Só trabalhei duro.


Por que o senhor optou por seguir carreira nos Estados Unidos?

É o país onde estão alguns dos melhores centros de pesquisa do planeta e o que mais recebe cientistas estrangeiros. Certa vez, desenvolvi um software e o coloquei no site do MIT. Em questão de horas, comecei a receber e-mails de gente do mundo todo. Além disso, nas universidades dos Estados Unidos há um sistema consolidado de reconhecimento ao mérito.


O senhor já foi beneficiado por ele?

Eu e todos os outros que avançam em suas pesquisas somos prestigiados e recebemos mais dinheiro. Por outro lado, os pesquisadores picaretas são facilmente identificados e banidos. Existem mecanismos objetivos e rigorosos para avaliar a produtividade no meio acadêmico.


Quais são eles?

Ao ser contratado por uma universidade americana, o professor tem um prazo de sete anos para mostrar a que veio. No fim desse período, uma comissão de pesquisadores avalia cada linha de seu histórico profissional: quantas disciplinas lecionou, o número de artigos científicos que publicou e o impacto do trabalho em determinada área do conhecimento. Só aí o professor ganha o status de livre-docente. Se falhar, é demitido.


O que o fez passar da engenharia à área de tecnologia aplicada à educação?

Ainda na faculdade de engenharia, intrigava-me o fato de que bons alunos não conseguiam aprender o básico. A razão era óbvia: o ensino de ciências se baseava na decoreba de fórmulas e axiomas. Ensinamos no século XXI uma ciência do século XIX. Parte do meu trabalho é justamente voltada a aplicar novas tecnologias na sala de aula de modo a tornar o aprendizado mais vibrante.


Por que tantos especialistas brasileiros tentam mudar o cenário nas escolas, mas a educação avança tão lentamente?

Embora muita gente bem-intencionada queira transformar a educação no Brasil, a maioria ainda se baseia em platitudes e achismos. A essas pessoas, falta o básico: dados e metas. Antes de fundarem uma ONG, elas deveriam estudar estatística.


O senhor já decidiu em que universidade vai lecionar?

Não. São todas instituições nas quais sempre sonhei ensinar. Para tornar minha escolha ainda mais difícil, os chefes de departamento ligam a toda hora melhorando a oferta inicial, algo semelhante ao que ocorre na disputa por um profissional na iniciativa privada. Nos Estados Unidos, a competição entre universidades é para valer.

O senhor tem planos de voltar para o Brasil?


Certamente. Por enquanto, meu projeto é criar na universidade onde estiver um centro especializado em educação brasileira, com o objetivo de dar alguma base científica a quem até hoje se guiou pela própria intuição. [Fonte: Revista Veja - Edição 2066]

segunda-feira, 21 de março de 2011

Imagens Inéditas do Tsunami no Japão...

Saudade com dor...saudade que me deixa incompleto...

SAUDADE...

I
O que acontece quando estamos tão juntos assim?
Em nossos momentos de alegria plena e corações tão unidos...
O que é isso que nos deixa com essa dor na alma que parece sem fim?
Essa distância entre nossos corpos é tão cruel, que nos faz sentir banidos...

II
Essa angústia no peito que parece não passar jamais e se transforma em dor...
Esse sentimento de que não sou completo sem você aqui, bem perto enfim...
Essa saudade que nos consome, nos alimenta e nos fortalece em nosso amor...
Essa vontade de mergulhar em você e não te deixar sair mais de mim...

III
Essa vontade de beber cada gota do nosso amor, da nossa paixão...
E ainda continuar com sede, com essa sede de você toda linda, tão desejada...
Em cada parte de nós dois, em cada instante juntos, em cada emoção...
Viver nessa falta de você como se faltasse um pedaço da minha alma, assim quebrada...

IV
Quebrada pela distância do teu corpo que me arrepia, que me incendeia...
Como uma chama que vem do fundo da alma e se transforma em amor...
Nessa saudade louca, saudade com dor, saudade que desencadeia...
E liberta minha paixão e meu desejo por você, nesse teu sorriso encantador.


[Jorge Schemes]

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