Pesquisar no Blog:

DEPENDÊNCIA MIDIÁTICA

NEUROSE MIDIÁTICA

A revolução da informática provoca o surgimento de uma nova doença. Você vai saber quais são os sintomas desse mal que atinge gente que não consegue se desconectar nunca.
Responda rápido: você está gastando mais tempo à cata de informações do que gastava antes? Você fica mal-humorado quando fica sem o jornal ou a internet? Você fica permanentemente ligado aos sites de informação on-line, mesmo que isso prejudique sua vida pessoal ou profissional? Você fica deprimido depois de dois dias sem acesso a informações?
Se você respondeu "sim" a todas as perguntas, atenção: você pode estar doente. E a doença se chama "neurose midiática".
"Uma semana sem o uso de computador me deu uma angústia, um aperto no peito, aquela sensação de não estar respirando bem", conta o empresário Mario Barreto.
A neurose midiática foi identificada pelo psiquiatra francês Michel Lejoyeux. Ele diz que a informação pode ser consumida como se fosse uma droga – e pode até causar overdose.
"O hipocondríaco da mídia tem medo que o mundo vá mal. Ele olha a atualidade, a economia, e diz que o sistema político não está bem. É uma hipocondria por procuração. Não é um medo por ele mesmo, mas o medo pelo mundo", explica Lejoyeux.
Basta meia hora num dos aeroportos mais movimentados do Brasil para constatar que o problema realmente existe.
"Se a pessoa é compulsiva, o grande desafio que ela tem, em primeiro lugar, é reconhecer isso", diz a psicóloga Ana Maria Rossi.
Mário Barreto é um dependente assumido. "Viciado é viciado. Eu sou notívago, e só quando o sono não dá mais eu coloco o laptop na mesa de cabeceira e deixo pronto para a manhã seguinte", conta.
O dia seguinte nem bem começa e o computador já está lá: na cama, no banheiro, no café da manhã, durante a entrevista. E a família, Mário? "Minha mulher é farinha do mesmo saco", revela.
"Já resolvemos problemas internos da casa por e-mail várias vezes. Mesmo trabalhando no mesmo lugar ou estando na mesma casa, trocamos e-mail em vez de conversar", conta a empresária Karina Barreto.
A produtora de cinema Daniela Arantes sempre sentiu orgulho de ser uma pessoa bem informada. "Em algum momento da minha vida eu desenvolvi uma compulsão pela informação", diz ela.
Daniela passava os olhos em todos os jornais e revistas diariamente. Comprava dezenas de livros, mas nunca lia. Pela internet e pelo telefone, queria as últimas informações.
"O hipocondríaco midiático fala mais dos problemas do mundo, ele não fala das suas próprias emoções. Esconde seus medos e vive os medos coletivos", diz Lejoyeux.
"Em determinada hora eu tive uma estafa. Acabei tendo que me desligar de tudo e tirei umas férias do trabalho. Era tanta coisa que eu não conseguia descansar em casa, sonhava com o problema", conta Daniela.
Mas e quando a informação é "o" instrumento de trabalho da pessoa?
"Cada ano que passa você tem mais meios de se manter informado e vai se atualizando. Isso realmente é viciante", comenta o técnico em computação gráfica Luiz Maggessi.
"Se você somar, o executivo gasta cerca de sete horas por dia com internet, e-mail, navegação na web, reuniões, celulares e telefones fixos", calcula o professor de administração Luiz Antônio Jóia, da Fundação Getúlio Vargas (FGV).
O empresário Eduardo Ramos deu um jeito nisso, mesmo sendo dono de uma escola de informática e adorando informação. "Eu não checo meu e-mail de hora em hora. Tenho determinados horários no dia para fazer isso, senão, acabo escravo e me distraindo o tempo todo".
"A pessoa precisa gerar opções, falando com outras pessoas, usando sua criatividade ou eventualmente buscando ajuda psicológica profissional", aconselha a psicóloga Ana Maria Rossi.
"Eu não preciso da tecnologia, por exemplo, para brincar com meu filho, que é o que eu adoro fazer. Graças a Deus, tenho conseguido", diz Eduardo Ramos.
"A palavra-chave é entender que o tempo é um bem muito precioso. Às vezes, os jovens não têm muita noção disso. À medida que vamos avançando em anos, começamos a perceber o valor que o tempo tem", constata Luiz Antônio Jóia.

*************************************************************

Será que você também é um neurótico por notícias? Responda ao teste e descubra o resultado.
Responda apenas com um SIM ou NÃO a estas perguntas : 1) Você gasta mais tempo hoje em dia em busca de informaçôes do que antes?2) Você fica mais tempo se informando do que seus conhecidos?3) Você se sente deprimido quando fica sem informações por mais de dois dias?4) Você fica agitado ou irritado quando não pode informar-se por mais de dois dias? 5) Você fica mal humorado sem o seu jornal ou a Internet?6) Você demora tempo demais nos sites de informação on-line?7) Você passa tempo demais vendo o noticiário pela televisão?8) Você não se cansa de ouvir/ver as mesmas notícias várias vezes ao dia?9) Você continua permanentemente ligado aos sites de informação on-line mesmo prejudicando sua vida pessoal ou seu trabalho?10) Já tentou gastar menos tempo com informação?11) Deixa de ver os amigos para não perder o noticiário da televisão?12) Desiste de sair ou divertir-se para não perder o noticiário?13) Pelo menos uma vez ao dia, você não consegue resistir à vontade de ligar o rádio ou entrar na Internet para ficar por dentro das últimas notícias?14) Já lhe aconteceu acordar no meio da noite para se atualizar sobre as últimas notícias?
Pontuação : Um resultado superior ou igual a 5 revela dependência quanto à informação. Se seu jornal não chega na hora ou se a televisão pára de funcionar, você fica roendo as unhas.
As pessoas que apresentam um resultado superior a 10 são realmente fissuradas em informação.Receber notícias é, para eles, uma droga da qual não conseguem livrar-se. Não agüentam mais de duas horas sem uma olhadela no noticiário.

(De « Les angoissés de l’information », dossier realizado pelo Dr. Philippe Massol e publicado em Panorama du médecin no dia 30 de janeiro de 2006 (no.5003). Traduzido por Maria Cecília S. d’Egmont para a Rede Globo de TV em 10 de junho de 2006 ).

O USO DA NET PELAS CRIANÇAS


Fonte: Revista Isto É n.1914 28 junho/2006.
================================



Silvio Genesini
"Os pais devem limitar o uso do computador"
Quem diz isso é o homem que dirige uma das maiores empresas de informática do País, a Oracle. Para ele, o excesso prejudica as crianças.

Ele anda com dois telefones celulares no bolso e tem acesso rápido à internet na palma da mão. Em casa, Silvio Genesini pode acessar seus e-mails em qualquer cômodo com seu computador pessoal ou de mão. Isso, sem ligar um único fio – em tempos de wireless, tudo é permitido ao presidente da Oracle do Brasil. Ou melhor, quase tudo. O próprio executivo, que comanda a filial de uma das maiores empresas de software do planeta, renuncia à chamada conectividade absoluta e abre mão de poder estar 100% do tempo plugado ao mundo. À noite e nos fins de semana, ele se desliga. “É preciso haver limites entre a vida pessoal e profissional. Os maníacos pela tecnologia exageram muito”, afirma. As famílias precisam de tecnologia, mas devem aprender a usá-la sem exageros. Os pais, defende Genesini, têm de impor limites ao uso dos computadores pelos filhos. E, como nos velhos tempos, mandá-los para a rua para brincar e interagir com as outras crianças, afirmou o executivo a ISTOÉ na seguinte entrevista.

ISTOÉ – Hoje, muitas crianças têm celular, computador na escola e em casa.
Estão sempre conectadas. Isso é bom?
Silvio Genesini
– Nem sempre. O lado positivo é a familiaridade com a tecnologia.
A próxima geração já vai nascer com uma familiaridade magnífica. Tudo vai ser absolutamente natural e elas irão adotar mais rapidamente as tecnologias em seu próprio benefício. Com isso, um pedaço maior da sociedade estará mais preparado para seguir carreiras relacionadas à tecnologia. O problema é o exagero. O abuso
do computador é um perigo muito grande, a criança pode perder coisas muito
boas e ficar viciada.

ISTOÉ – Quais são os riscos?
Genesini – Desde o vício em jogos eletrônicos até o excesso de utilização do computador. Pode haver a perda do contato pessoal, dos processos lúdicos.
Brincar, jogar bola, conviver com as pessoas e ir para a balada são essenciais
para o desenvolvimento. O risco de perder tudo isso é preocupante. Assim como
as pessoas devem impor limites a si mesmas no trabalho, a criança também
tem que ter limites.

ISTOÉ – O que os pais podem fazer? Como tratar um filho adolescente
viciado em jogos de computador?
Genesini
– Os pais têm que limitar o uso, não deixar o filho ligar o computador
fora dos horários combinados. Têm que exercer os poderes da paternidade,
mandar a criança para a rua, jogar bola, passear. O contato pessoal é
extremamente importante. Têm que tirar o filho da tomada. O vício em joguinhos
é terrível. Outra questão extremamente relevante nesse contexto é a palavra
escrita e a falada. Os jovens estão escrevendo de forma totalmente diferente nos
e-mails e nas mensagens rápidas. Está surgindo um novo idioma, completamente diferente. Um canal de tevê a cabo tem legendas nesse idioma e é difícil prestar atenção, seguir aquele negócio do jeito que o pessoal fala. O que potencialmente seria uma revitalização da palavra escrita virou um negócio muito precário. Não é bom. Por isso, deve-se estimular o hábito da leitura. Se alguém medir os índices
de leitura, provavelmente vai ver que está caindo ou ficando banal. Nada supera
um livro. Nada. Definitivamente, o hábito de leitura é fundamental para você aprender a escrever, a falar, a se apresentar. A tecnologia pode ajudar, mas sua utilização
tem que ter um limite.

ISTOÉ – Muitas vezes o melhor momento da família é quando acaba a luz.
Genesini
– É verdade. A gente perdeu um pouco o hábito de conversar. Mas, felizmente, há um balanceamento. As pessoas ainda vão para bares, restaurantes, shows. Levam o celular, mas não o computador.

ISTOÉ – Uma das premissas da tecnologia é que iria melhorar a qualidade de
vida das pessoas. Não está ocorrendo exatamente o contrário?
Genesini
– Praticamente, desapareceu a separação entre trabalho e lazer. O sumiço dessa fronteira é muito perigoso. As pessoas ficam conectadas o tempo inteiro, mesmo nos fins de semana e nas férias. Cada vez mais, elas acham que têm de responder aos e-mails imediatamente, mandam mensagens pelo telefone. A partir do momento em que você é localizável em qualquer lugar do mundo, está trabalhando. A tecnologia permitiu às empresas reduzir os níveis intermediários, a gerência. Há mais gente desempregada nessa faixa e quem ficou está trabalhando mais. A boa notícia é que a tecnologia permite que se tenha mais horas de lazer, mas você precisa ter uma certa disciplina. Na prática, isso é muito difícil.

ISTOÉ – O sr. consegue se desligar do trabalho?
Genesini – Sim. Eu me desligo. A partir de certa hora da noite, desligo o celular. Eu não me conecto durante a maior parte do fim de semana. Guardo parte do domingo à noite para baixar meus e-mails. O lado bom é que toda essa tecnologia permite coisas que antes não existiam, como o trabalho em casa. Nossa sede é em São Paulo e uma de nossas gerentes financeiras mora em Gramado (SC). Certamente, a qualidade de vida dela é melhor. O executivo responsável pela América Latina mora no Rio de Janeiro, como poderia morar em Miami. O que vai resolver essa realidade são as novas relações de trabalho, o entendimento de que é preciso haver limites entre a vida pessoal e a profissional. Os maníacos pela tecnologia exageram muito.

ASSÉDIO MORAL


O QUE É ASSÉDIO MORAL?
Fonte: http://www.assediomoral.org

Assédio moral ou Violência moral no trabalho não é um fenômeno novo. Pode-se dizer que ele é tão antigo quanto o trabalho.

A novidade reside na intensificação, gravidade, amplitude e banalização do fenômeno e na abordagem que tenta estabelecer o nexo-causal com a organização do trabalho e tratá-lo como não inerente ao trabalho. A reflexão e o debate sobre o tema são recentes no Brasil, tendo ganhado força após a divulgação da pesquisa brasileira realizada por Dra. Margarida Barreto. Tema da sua dissertação de Mestrado em Psicologia Social, foi defendida em 22 de maio de 2000 na PUC/ SP, sob o título "Uma jornada de humilhações".

A primeira matéria sobre a pesquisa brasileira saiu na Folha de São Paulo, no dia 25 de novembro de 2000, na coluna de Mônica Bérgamo. Desde então o tema tem tido presença constante nos jornais, revistas, rádio e televisão, em todo país. O assunto vem sendo discutido amplamente pela sociedade, em particular no movimento sindical e no âmbito do legislativo.

Em agosto do mesmo ano, foi publicado no Brasil o livro de Marie France Hirigoyen "Harcèlement Moral: la violence perverse au quotidien". O livro foi traduzido pela Editora Bertrand Brasil, com o título Assédio moral: a violência perversa no cotidiano.

Atualmente existem mais de 80 projetos de lei em diferentes municípios do país. Vários projetos já foram aprovados e, entre eles, destacamos: São Paulo, Natal, Guarulhos, Iracemápolis, Bauru, Jaboticabal, Cascavel, Sidrolândia, Reserva do Iguaçu, Guararema, Campinas, entre outros. No âmbito estadual, o Rio de Janeiro, que, desde maio de 2002, condena esta prática. Existem projetos em tramitação nos estados de São Paulo, Rio Grande do Sul, Pernambuco, Paraná, Bahia, entre outros. No âmbito federal, há propostas de alteração do Código Penal e outros projetos de lei.

O que é humilhação?

Conceito: É um sentimento de ser ofendido/a, menosprezado/a, rebaixado/a, inferiorizado/a, submetido/a, vexado/a, constrangido/a e ultrajado/a pelo outro/a. É sentir-se um ninguém, sem valor, inútil. Magoado/a, revoltado/a, perturbado/a, mortificado/a, traído/a, envergonhado/a, indignado/a e com raiva. A humilhação causa dor, tristeza e sofrimento.

E o que é assédio moral no trabalho?

É a exposição dos trabalhadores e trabalhadoras a situações humilhantes e constrangedoras, repetitivas e prolongadas durante a jornada de trabalho e no exercício de suas funções, sendo mais comuns em relações hierárquicas autoritárias e assimétricas, em que predominam condutas negativas, relações desumanas e aéticas de longa duração, de um ou mais chefes dirigida a um ou mais subordinado(s), desestabilizando a relação da vítima com o ambiente de trabalho e a organização, forçando-o a desistir do emprego.

Caracteriza-se pela degradação deliberada das condições de trabalho em que prevalecem atitudes e condutas negativas dos chefes em relação a seus subordinados, constituindo uma experiência subjetiva que acarreta prejuízos práticos e emocionais para o trabalhador e a organização. A vítima escolhida é isolada do grupo sem explicações, passando a ser hostilizada, ridicularizada, inferiorizada, culpabilizada e desacreditada diante dos pares. Estes, por medo do desemprego e a vergonha de serem também humilhados associado ao estímulo constante à competitividade, rompem os laços afetivos com a vítima e, freqüentemente, reproduzem e reatualizam ações e atos do agressor no ambiente de trabalho, instaurando o 'pacto da tolerância e do silêncio' no coletivo, enquanto a vitima vai gradativamente se desestabilizando e fragilizando, 'perdendo' sua auto-estima.

O desabrochar do individualismo reafirma o perfil do 'novo' trabalhador: 'autônomo, flexível', capaz, competitivo, criativo, agressivo, qualificado e empregável. Estas habilidades o qualificam para a demanda do mercado que procura a excelência e saúde perfeita. Estar 'apto' significa responsabilizar os trabalhadores pela formação/qualificação e culpabilizá-los pelo desemprego, aumento da pobreza urbana e miséria, desfocando a realidade e impondo aos trabalhadores um sofrimento perverso.

A humilhação repetitiva e de longa duração interfere na vida do trabalhador e trabalhadora de modo direto, comprometendo sua identidade, dignidade e relações afetivas e sociais, ocasionando graves danos à saúde física e mental*, que podem evoluir para a incapacidade laborativa, desemprego ou mesmo a morte, constituindo um risco invisível, porém concreto, nas relações e condições de trabalho.

A violência moral no trabalho constitui um fenômeno internacional segundo levantamento recente da Organização Internacional do Trabalho (OIT) com diversos paises desenvolvidos. A pesquisa aponta para distúrbios da saúde mental relacionado com as condições de trabalho em países como Finlândia, Alemanha, Reino Unido, Polônia e Estados Unidos. As perspectivas são sombrias para as duas próximas décadas, pois segundo a OIT e Organização Mundial da Saúde, estas serão as décadas do 'mal estar na globalização", onde predominará depressões, angustias e outros danos psíquicos, relacionados com as novas políticas de gestão na organização de trabalho e que estão vinculadas as políticas neoliberais.


(*) ver texto da OIT sobre o assunto no link:
http://www.ilo.org/public/spanish/bureau/inf/pr/2000/37.htm

Fonte: Barreto, M. Uma Jornada de Humilhações. 2000 PUC/SP

FILOSOFIA DA EDUCAÇÃO: ABORDAGENS DO REAL E REFLEXÃO FILOSÓFICA











EDUCAÇÃO PARA A MÍDIA


ONG TRAÇA PERFIL DE VÍTIMAS DE PEDÓFILOS ON LINE

Garotas entre dez e 12 anos de idade, de personalidade extrovertida, são as maiores vítimas de pedófilos on-line. A conclusão é da International Crime Analysis Association (ICAA), Ong com sede em Roma. O estudo da ICAA baseia-se em dados recolhidos nas salas de Chat mais populares entre os italianos. "Nosso objetivo é conscientizar pais e educadores dos perigos que a Internet pode representar para crianças nessas faixas de idade", disse Roberta Bruzzone, criminologista e vice-presidente da ICAA, em coletiva à imprensa. O estudo, realizado entre 2003 e 2004, contemplou 5000 entrevistas com jovens que utilizam regularmente salas de Chat, grupos de discussão e outros serviços interativos da Internet. Dos que o fazem, 13% já mantiveram conversas de caráter sexual com adultos, 22,6% encararam de forma positiva a experiência, 15% mostraram-se curiosos e 7,6% confessaram sentir-se atraídos pelas propostas. A questão se agrava, na medida em que o estudo revela também que 47% cento dos adultos raramente supervisionam os menores durante as suas incursões pela Internet. Entre as crianças aliciadas, a maioria não reportou a situação aos seus educadores. Diante desta realidade, faz-se necessário o acompanhamento dos pais e o interesse dos educadores para um trabalho interdisciplinar de educação para a mídia e de prevenção.

PLATÃO















Mais Postagens: