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segunda-feira, 5 de março de 2007

AQUECIMENTO GLOBAL


O "Aquecimento Global"
é irreversível!
E poderá chegar a 6,4 graus
só neste século!

O aquecimento climático da Terra é irreversível devido às emissões de gases do efeito estufa na era industrial, e, em função da ação humana, o aumento ficará este século entre 1,8 e 4 graus Celsius, embora não esteja descartado outro salto ainda maior, de entre 1,1 e 6,4 graus. Estas são algumas das principais conclusões do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC, na sigla em inglês), que apresentou seu quarto relatório sobre as bases científicas do aquecimento, que considera "inevitável"."Agora temos uma certeza maior do que está acontecendo" que no estudo anterior, de 2001, afirmou a co-presidente do grupo encarregado do trabalho, Susan Solomon.Segundo Solomon, há uma probabilidade de 90% de que o aumento da temperatura da Terra se deva à concentração de gases do efeito estufa devido ao consumo, pelo homem, de combustíveis fósseis. Mesmo que as emissões se mantivessem no nível atual, "muito provavelmente" o aquecimento no século XXI será superior ao constatado no século XX, alertou Solomon ao apresentar o documento. O efeito acumulado da poluição acarretará uma alta da temperatura de cerca de 0,2 grau Celsius por década nos próximos vinte anos, e depois a alta será de 0,1 grau a cada dez anos. Na mais otimista das estimativas, sob a condição de haver uma rápida mudança nas estruturas econômicas para torná-las sustentáveis, o aumento seria de 1,1 grau até 2100 comparado às temperaturas constatadas no período 1980-2000, abaixo do limite de 2 graus, a partir do qual os cientistas consideram que as conseqüências seriam incontroláveis.Mas, se a população e a economia continuarem crescendo rapidamente e se for mantido o consumo intenso das energias fósseis, a alta poderia chegar a 6,4 graus Celsius. Seja qual for o cenário que ocorrer, haverá conseqüências diretas, como a redução das nevadas e do volume das calotas polares, até o ponto em que o gelo do Pólo Norte poderia ser completamente derretido no verão, por volta de 2100. Isso significaria, entre outras coisas, uma elevação do nível do mar que o IPCC calcula entre 18 e 59 centímetros, em função das diferentes hipóteses. Os fenômenos climáticos extremos, como as ondas de calor ou as trombas d'água, continuarão sendo mais freqüentes, e nos ciclones tropicais a velocidade do vento e as chuvas serão mais intensas. O aquecimento da Terra não será homogêneo, e será mais sentido nos continentes que no oceano, e mais no hemisfério norte que no sul.Com relação às chuvas, serão mantidas as tendências observadas recentemente, com um aumento nas latitudes mais extremas e uma redução nas áreas subtropicais, o que significa, por exemplo, que a bacia mediterrânea será ainda mais árida. Todas estas projeções se baseiam nas observações realizadas, entre elas que 11 dos 12 anos mais quentes desde que existem registros climáticos confiáveis, em meados de século XIX, aconteceram a partir de 1995, e que no século XX a elevação do nível do mar foi de cerca de 17 centímetros.Segundo os cientistas, as emissões de dióxido de carbono (CO2) estão por trás de todos estes fenômenos. A concentração desse composto na atmosfera passou de 280 partículas por milhão antes da era industrial (em 1750) para 379 em 2005, sendo que desde 1995 o ritmo de aumento foi intensificado."Agora estamos muito mais certos da influência humana na mudança climática", afirmou o presidente do IPCC, Rajendra Pachauri, após admitir que a certeza científica nunca pode ser total. Pachauri não se pronunciou sobre o que é preciso fazer e disse que no mundo dos negócios e na medicina deve-se tomar decisões sem ter uma certeza total. Além deste, o IPCC realiza outros relatórios, entre eles sobre o impacto da mudança climática, a forma de aliviá-lo e uma síntese direcionada aos responsáveis políticos.

Aquecimento: impacto do aumento da temperatura:



Um esboço do relatório prevê que até o ano de 2100 as temperaturas fiquem entre 2 e 4,5 graus Celsius acima dos níveis pré-industriais, sendo a 'melhor estimativa' a de uma elevação de 3 graus Celsius.
Leia abaixo algumas das conseqüências previstas para os diferentes níveis de aumento da temperatura, conforme dados apresentados no relatório sobre mudanças climáticas assinado por Nicholas Stern, economista chefe do governo britânico.

Elevação da temperatura/Impactos:

1 GRAU
* Encolhimento das geleiras ameaça o suprimento de água para 50 milhões de pessoas.
* Pequeno aumento na produção de cereais nas regiões temperadas.
* Ao menos 300 mil pessoas morrem a cada ano devido à malária, à desnutrição e a outras doenças relacionadas com as alterações climáticas.
* Queda da taxa de mortalidade durante o inverno nas regiões de maior latitude.
* Morte de 80 por cento dos recifes de coral, em especial a Grande Barreira de Corais.

2 GRAUS
* Queda de 5 a 10 por cento na produção de cereais na África tropical.
* 40 milhões a 60 milhões de pessoas a mais expostas à malária na África.
* Até 10 milhões de pessoas a mais expostas a enchentes nas regiões costeiras.
* Entre 15 e 40 por cento das espécies de seres vivos vêem-se ameaçadas de extinção (segundo uma estimativa).
* Grande risco de extinção das espécies presentes no Ártico, em especial dos ursos polares.
* Possibilidade de que a camada de gelo da Groenlândia comece a derreter de forma irreversível, o que faria com que o nível dos oceanos se elevasse em 7 metros.

3 GRAUS
* No sul da Europa, períodos de seca pronunciada a cada dez anos.
* Entre 1 bilhão e 4 bilhões de pessoas a mais enfrentando períodos de falta de água.
* Entre 150 milhões a 550 milhões de pessoas a mais expostas à ameaça da fome.
* Entre 1 milhão e 3 milhões de pessoas a mais morrem de desnutrição.
* Início do colapso da floresta Amazônica (segundo alguns modelos de previsão).
* Elevação do risco de colapso da Camada de Gelo da Antártida Ocidental.
* Elevação do risco de colapso do Sistema do Atlântico de águas quentes.
* Elevação do risco de mudanças abruptas no mecanismo das monções.

4 GRAUS
* Safras de produtos agrícolas diminuem entre 15 e 35 por cento na África.
* Até 80 milhões de pessoas a mais expostas à malária na África.
* Desaparecimento de cerca de metade da tundra ártica.

5 GRAUS
* Provável desaparecimento de grandes geleiras no Himalaia, prejudicando um quarto da população da China e uma grande parte dos moradores da Índia.
* Crescente intensificação da atividade oceânica, prejudicando seriamente os ecossistemas marinhos e, provavelmente, as populações de peixe.
* Elevação do nível dos oceanos ameaça as pequenas ilhas, as áreas costeiras como o Estado da Flórida e grandes cidades como Nova York, Londres e Tóquio.



Leia: Apocalipse 16:8,9.

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